Daniel Ottoni
@dottoni
07/10/21
16h16

Até que enfim

CBV, via Lei Federal, está adquirindo oito novos equipamentos do desafio

Ferramenta é usada, atualmente, em jogos pontuais, mediante cessão do Sada Cruzeiro, dono do equipamento

desafio volei
Atualmente, CBV depende de empréstimo do Sada Cruzeiro para ter desafio — Foto: Leo Fontes
desafio volei tecnologia
Ferramenta permite tirar dúvidas de lances em poucos segundos — Foto: Ignacio Costa
Daniel Ottoni | @dottoni
07/10/21 - 16h16

Um pedido de anos da torcida, clubes, jogadores e técnicos da Superliga está prestes a ser atendido pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

A entidade que rege o vôlei brasileiro, via Lei Nacional de Incentivo ao Esporte, está adquirindo oito equipamentos do desafio, para serem implantados nos torneios nacionais. Atualmente, os equipamentos usados pela entidade são cedidos pelo Sada Cruzeiro, único clube do país que adquiriu a ferramenta, sendo dono de dois unidades. 

A ideia da CBV é que, no melhor dos cenários, os play-offs desta temporada já possam contar com mais equipamentos à disposição. A promessa é que a maior parte dos jogos da próxima temporada contem com a tecnologia.

No cenário mais desejado pelos clubes, todos os jogos contariam com o equipamento, que pode fazer a diferença no resultado final de um jogo e, até mesmo, decidir um campeonato ou eliminação de um participante. 

“Nas principais ligas mundo afora, o desafio está em todas. É um absurdo a Superliga não ter um equipamento extremamente necessário. Os juízes são criticados, mas eles não tem olhos para todos os ângulos. Pelo tamanho da competição e do nome do Brasil internacionalmente, é um absurdo. É o mínimo necessário dentro de uma competição de alto nível”, opina a central Thaísa, do Itambé Minas, vencedor das duas últimas edições da Superliga feminina. 

Na atual temporada,  a expectativa é de uso do desafio em jogos pontuais durante a fase de classificação. Antes um pouco do que nada para que alguns jogos possam ter um pouco mais de justiça. A tendência é que muitos times sigam saindo de quadra reclamando de erros da arbitragem. Os juízes, infelizmente, pouco podem fazer diante da demora que se dá, até hoje, para que o desafio esteja presente de forma mais efetiva no maior campeonato do país. 
 

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Esportivamente

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Daniel Ottoni é repórter de esportes especializados do jornal O Tempo, do portal Super.FC e da rádio Super. Com experiência de cobertura em Copa do Mundo, Olimpíada e Mundiais de vôlei, tem uma predileção por bastidores e lado B. Por aqui, espaço para os esportes que têm uma religião chamada futebol como concorrente em muitos momentos.

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