Josias Pereira
@SuperFCoficial
03/07/19
00h19

Outro ano sem taça

Vivendo um 'calvário', Argentina é eliminada aos gritos de olé no Mineirão

Pelo sexto jogo na história da duas seleções no estádio, a Argentina deixou o gramado sem saber o que é vencer o Brasil

Josias Pereira | @SuperFCoficial
03/07/19 - 00h19

O calvário de Messi prossegue na seleção argentina. E o Mineirão segue com a marca de não dar sorte para os hermanos. Pelo sexto jogo na história da duas seleções no estádio, a Argentina deixou o gramado sem saber o que é vencer o Brasil. Pior. Vai manter por pelo menos mais um ano o jejum de títulos, que não vêm desde a Copa América de 1993, no Equador. 

Messi, que voltou à seleção argentina justamente para a disputa da Copa América, foi mais uma vez irregular em uma Argentina que seguiu pecando em suas falhas defensivas e também criativas. Um time com a cara do interino Lionel Scaloni, que aceitou o cargo maldito e deve dançar, ao que tudo indica, muito em breve. Messi, com sua camisa 10, a mesma de Maradona, viu o torcedor brasileiro tripudiar de sua seleção nos minutos finais aos gritos de "olé". Mais uma vez, o Mineirão. Que gritou em uníssono a cada vez que os argentinos faziam menção de entoar seus cânticos: "eliminado". Só restou o orgulho mesmo aos hermanos, porque a vaga na final é do Brasil.. 

E olha que os argentinos, principalmente na segunda etapa, tiveram boas oportunidades, inclusive uma bola na trave e outra que dançou à frente da meta de Alisson. Messi, com sua técnica apurada na cobrança de falta, mandou uma no ângulo, mas Alisson, para ter seu nome gritado pela torcida, foi no alto e segurou firme, com as duas mãos. 

A Argentina ostentava uma marca de apenas uma eliminação em semifinais com a seleção principal desde 1928. Em 13 disputadas passadas, foram 12 classificações. Mas os Alvicelestes, que sonhavam com a terceira final seguida de Copa América, ficaram pelo caminho. Messi foi consolado pelos jogadores brasileiros. Um abraço caloroso de Daniel Alves. E a decepção. A desolação de um país que segue na fila por um título nacional. Ao brasileiro, a celebração ao som de "vai rolar a festa", o mantra que eternizou a campanha do penta em 2002.

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