Recuperar Senha
Fechar
Entrar
cruzeiro
Desde sua passagem pelo Corinthians, em 2008, quando recolocou o time na Serie A, Mano atingiu o patamar mais alto dos técnicos brasileiros
Foto: Washington Alves/Cruzeiro
Enviar por e-mail
Imprimir
Bernardo Lacerda | @superfc
21/04/17 - 03h00

Rafael Sóbis, Thiago Neves, Dedé, Fábio e Henrique. A qualidade técnica desses atletas é inegável. Por outro lado, juntar tantos nomes “cascudos” e de peso no futebol brasileiro nem sempre é uma tarefa fácil. Principalmente quando alguns ficam no banco de reservas ou precisam desempenhar funções diferentes das que estão habituados. Mas, para o técnico Mano Menezes, tal missão não está sendo difícil.

O comandante celeste, no melhor estilo da escola gaúcha de treinadores, conseguiu juntar tantos nomes de qualidade e imponentes, e ainda criou um clima harmonioso na Toca, deixando possíveis diferenças de lado. Nem mesmo a necessidade de deixar Fábio e Dedé, que se recuperaram de lesões, no banco de reserva, criou problemas ao técnico cruzeirense, que conseguiu manter um clima positivo.

“Eu acredito que temos bom número de jogadores no elenco que passaram por situação como essa e sabem bem o caminho das pedras. Temos dois atletas no banco com história vencedora, que são Dedé e Fábio. Eles contribuíram muito, mesmo não estando em campo”, destacou o técnico Mano Menezes.

A máxima de que jogadores renomados não gostam de participar da marcação não serve para o Cruzeiro de Mano Menezes. O treinador, que adotou de vez o esquema defensivo para os grandes jogos, conseguiu convencer Rafael Sóbis, Arrascaeta e Thiago Neves que eles precisam participar do combate defensivo. O trio de ataque dá carrinho, volta para marcar pelos lados do campo e ajuda a tirar bola da área celeste.

“O Mano pede para a gente participar da marcação. Estou me sentindo cada vez melhor fisicamente. Claro que, em algumas situações, ainda sinto um pouco de dificuldade. Não tenho muita facilidade em jogar pelo lado esquerdo, mas tenho conseguido ajudar quando o Mano pede para jogar por ali. Estar fisicamente melhor me ajuda a ser mais participativo na marcação”, disse Thiago Neves.

O comandante da Raposa considera que tal aceitação tática e a doação do elenco serão decisivas para os jogos mais importantes da temporada. “Nós só vamos conquistar alguma coisa quando tivermos esse tipo de comportamento e grandeza profissional. Conseguimos dar um passo além com essa formação do nosso grupo”, ressaltou Mano.

avatar
Li e aceito os termos de utilização
Cadastre-se para poder comentar
Fechar

Moral

Mano no comando: amansando as feras celestes
Caracteres restantes: 300
* Estes campos são de preenchimento obrigatório