Daniel Ottoni
@superfcoficial
28/07/19
15h21

Marido e mulher

Dupla do wakeboard do Brasil tem vantagem extra no Pan de Lima

Mariana Nep conta com conselhos do também técnico Marcelo Giardi, o Marreco, na estreia da modalidade feminina no torneio continental

Mariana e Marreco são referências do Brasil no wakeboard — Foto: Divulgação
Daniel Ottoni | @superfcoficial
28/07/19 - 15h21

Ter ao lado, em tempo integral, o amigo, técnico e marido, faz de qualquer competidor do Pan-Americano um privilegiado. A wakeboarder brasileira Mariana Nep conta com esta vantagem para fazer bonito na estreia da modalidade, entre mulheres, no torneio que acontece em Lima, no Peru. Assim como ela, o seu treinador e companheiro pra todas as horas, Marcelo Giardi, o Marreco também está disputando as primeiras posições nas águas peruanas. Depois das primeiras baterias, no sábado, os dois se classificaram para as finais (feminina nesta segunda-feira, masculina na terça-feira). 

"Ter ele comigo é muito bom! A gente já viajou e competiu junto várias vezes. Ele é um cara experiente, me passa muitas dicas e conselhos durante os treinos. Essa bagagem que ele tem me deixa mais calma. Ele sempre fala para fazer o que sei, o que foi treinado, focando em uma apresentação plástica, bem bonita. Ter uma parceria como esta em uma evento do porte do Pan é algo fundamental. Estamos felizes e queremos aproveitar cada segundo juntos", conta Mariana.

Para ela, o Pan é uma oportunidade única entre os eventos internacionais que contam com a modalidade. "A diferença é estarmos presentes em um torneio com tantos outros esportes reunidos, com uma visibilidade enorme, transmissão pela TV, etc. Todo atleta sonha em participar de um evento como este, existe um glamour por trás do Pan", comenta a atleta de 33 anos, que terá adversárias bem mais jovens. 

"Vou enfrentar meninas de 15, 17, 20 anos. Só de estar lá é uma vitória, sinto-me realizada, ainda mais com o Marreco do meu lado. Serão momentos que ficarão gravados por anos na minha memória. Quero trazer uma medalha e ficarei ainda mais feliz se isso acontecer. A cor da medalha pouco importa, o que mais quero é subir no pódio", relata.

Mesmo com uma concorrência de atletas de bom nível, ela sabe que tudo pode acontecer, principalmente nos momentos decisivos. "A cabeça, o lado psicológico pesam muito nestas horas, ainda mais em uma modalidade que vai estrear no Pan. O equilíbrio emocional pode fazer a diferença. Será importante estar tranquila para conseguir estar no pódio. EUA e Argentina são fortes rivais, mas me vejo sim subindo com uma bandeira no pódio", projeta.   

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