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Ponteiro Zanotti
Ponteiro Zanotti tem sido peça fundamental na campanha mineira
Foto: Uarlen Valério - 12.09.2017
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Bruno Inácio
09/02/18 - 03h00

Ainda faltam sete partidas para que a fase de classificação da Superliga Masculina termine. Portanto, tempo é o que não falta para que o Montes Claros acerte o que tiver ainda fora dos padrões e entre de vez na briga por uma vaga nos play-offs da competição. Sexta (9), às 20h30, em mais um confronto direto, desta vez fora de casa, o time do Norte de Minas visita o Vôlei Renata-SP, no Taquaral, em Campinas. O jogo será transmitido pelo SporTV.

Se na semana passada a vitória sobre o Corinthians-Guarulhos-SP praticamente eliminou o risco de rebaixamento, que agora é apenas matemático, um novo triunfo nesta sexta recoloca o Pequi Atômico no caminho do G-8, ainda que a distância em pontos continue considerável. Há tempo e a maré parece estar virando.

Marcação. Times acostumados a jogar com seus ginásios lotados, MOC e Renata têm elencos que, pelo menos na teoria, os colocam em igualdade de forças. Ambos os ataques são bem eficientes, mas os bloqueios, em média, são pouco produtivos e deixam os sistemas defensivos na mão.

Mas se o Pequi Atômico quiser mesmo voltar para Minas com os três pontos na bagagem vai precisar estar atento a um velho conhecido do torcedor, o campeão mundial Leandro Visotto. O oposto é o melhor pontuador da Superliga Masculina, com média de 5,09 pontos por set disputado.

Esperto, o técnico Sérgio Cunha treinou esta semana focado no atacante paulista. “Este será um jogo difícil, mas temos chances de vencer, pois a equipe vem passando por um bom momento e está mais confiante. Jogaremos contra um dos maiores pontuadores da Superliga, o Vissotto, e temos que ter uma atenção dobrada em relação a ele, e também a toda equipe, pois o levantador Rodriguinho coloca os atacantes em boas condições de jogo”, destacou o treinador.

Pelo lado mineiro, quem tem sido a válvula de escape para levantador Sandro é ponteiro Lisandro Zanotti. Com média de 14,5 pontos por jogo, o argentino tem carregado um fardo que normalmente é dado aos opostos: virar as bolas mais difíceis da partida. Agora é ver se ele conseguirá ser tão eficiente com um time que possui Vini como bloqueador.

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