Josias Pereira
@superfcoficial
25/08/19
22h32

Avaliação

Ceni lamenta ausência de Pedro Rocha, e diz que esperava queda de produção

Treinador chegou a conversar com atacante no intervalo para saber se poderia utilizá-lo no segundo tempo

Rogério Ceni lamentou empate em Alagoas; Raposa esteve à frente do marcador até os 49 minutos — Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro
Josias Pereira | @superfcoficial
25/08/19 - 22h32

O empate acabou não sendo o resultado que o Cruzeiro esperava logo no segundo jogo de Ceni à frente da Raposa. O técnico comentou suas impressões sobre o resultado, lamentando principalmente a possibilidade de um time veloz com a ausência de Pedro Rocha, desfalque pouco antes do jogo por conta de uma indisposição estomacal. 

Sem o atacante, a opção foi colocar Robinho como segundo volante. No segundo tempo, o meia acabou perdendo o gás, assim como o time, que recuou demais e acabou sendo castigado no fim. 

"O resultado seria ótimo se fosse a vitória, tomar um gol no fim é sempre ruim, sempre soa como vitória para quem estava atrás, sempre soa como resultado ruim para quem estava na frente. Tivemos uma surpresa logo de início com a ausência do Pedro Rocha, colocamos o Robinho para jogar de volante, lógico que em uma situação dessa o time perde velocidade, mas com Thiago Neves e Robinho ganha em qualidade técnica. No segundo tempo começamos mal, até melhoramos, mas uma série de acidentes levaram ao resultado final, que foi o empate". apontou Ceni. 

O treinador revelou que chegou a conversar com Pedro Rocha no intervalo para saber se o jogador tinha condições de entrar em campo, mas preferiu não arriscar uma possibilidade de agravamento da situação do atacante. Ainda de acordo com o Ceni, a queda de rendimento do time era algo que ele esperava. 

"Achei até normal (a queda de rendimento no segundo tempo). Alguns jogadores mais velhos, ausência do Pedro, até perguntei no intervalo se ele tinha melhorado, e ele me disse em último caso, se precisasse, ele poderia entrar. Mas aí entra outras questões, depois você coloca um jogador e por conta da fraqueza, acaba perdendo o atleta por lesão. A gente não pode arriscar. No segundo tempo, a gente teve que manter a linha de jogo, só trocamos o Robinho, coloquei o Jóbson para fortalecer a marcação, mas não queria tirar o Fred por conta do jogo aéreo do CSA, e ele é um jogador alto, que nos ajuda bastante nisso. Depois eu coloquei o Sassá. Tivemos oportunidades, bola na trave, ideal era que tivéssemos matado o jogo, mas a gente não teve a mesma força do primeiro tempo", salientou. 

Com o empate por 1 a 1, o Cruzeiro chegou aos 15 pontos na tabela de classificação e segue na 16ª posição. O time volta a campo no domingo, dia 1º de setembro, quando pega o Vasco, no Mineirão, novamente às 19h. 

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