Daniel Ottoni
@dottoni
26/02/21
07h13

Cenário recorrente

Praia visita o Minas para evitar 'apagões' frequentes em duelos diretos

Equipe de Uberlândia não tem correspondido bem em confrontos contra adversárias da parte de cima da tabela, tendo pela frente rival que não pode mais perder a liderança

Peças importantes do Praia não têm correspondido em momentos de decisão — Foto: Divulgação - Praia Clube
Daniel Ottoni | @dottoni
26/02/21 - 07h13

O maior clássico do vôlei feminino de Minas Gerais poderia ter uma cara de decisão nesta sexta-feira, às 21h30, com transmissão do Sportv, válido pela 10ª rodada do returno. No entanto, o duelo entre Itambé Minas e Dentil Praia Clube, mesmo com grande potencial para ser equilibrado, fará pouca diferença para um dos lados da quadra.

O time de BH, com apenas uma derrota em 20 jogos e somando 17 vitórias consecutivas, não pode mais perder a liderança faltando duas rodadas para o fim da fase de classificação.

"Claro que estamos pensando já no playoff, como todos. E sabemos que ter feito uma grande fase classificatória conta pouco. Estar bem no playoff é o mais importante, mas ainda temos grandes jogos antes. Amanhã esperamos que vá ser um jogo muito duro, muito difícil. Lembramos da final da Copa Brasil há 15 dias atrás e vamos esperar um jogo parecido”, destaca o técnico Nicola Negro, do Minas, lembrando de clássico recente vencido pela sua equipe. 

Já o Praia, em 3º lugar, ainda busca melhorar de posição, tendo a concorrência do vice-líder Osasco São Cristóvão Saúde (SP), que tem o mesmo número de jogos e três pontos a mais.

Com os playoffs 'batendo' na porta, o Praia precisa vencer a todo custo. Para isso, vai precisar melhorar o rendimento apresentado na última rodada, quando perdeu para o Sesi Bauru (SP) em casa. O time de Uberlândia vê o 'fantasma' do turno se repetir ao perder jogos para os concorrentes diretos.

Depois de cair no turno para Minas, Sesc Flamengo (RJ) e Osasco, o Praia volta a sofrer derrotas para times da mesma parte da tabela. As paulistas já voltaram a vencer as praianas, que caíram para o Bauru, ainda tendo Minas e Flamengo pela frente. 

"Não fomos incisivos para fechar o jogo. Agora temos que virar a chave, buscar a recuperação e fazer diferente. Não adianta ficar remoendo, temos que ir pra cima e tentar equilibrar mais o jogo. Perdemos algumas conexões, a harmonia do time não foi a mesma, a velocidade e o contra-ataque não funcionaram. Faltou confiança, sentimos insegurança e precisamos encarar de frente este novo desafio para saber fechar e decidir melhor", comenta o técnico Paulo Coco. 

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