Daniel Ottoni
@superfcoficial
09/08/19
12h48

Pé direito

Sem Leal, Brasil abre Pré-Olímpico com triunfo de 3 a 0 sobre Porto Rico

Cubano naturalizado não chegou a entrar em quadra na estreia do torneio; dupla do Sada Cruzeiro teve bom papel em quadra

Oposto Wallace foi bem, mas ainda pode render mais na parte ofensiva — Foto: FIVB - Divulgação
Daniel Ottoni | @superfcoficial
09/08/19 - 12h48

O bom desempenho recente, da seleção brasileira masculina de vôlei, não poderia ser desperdiçado no principal compromisso do ano. Depois de vencer torneio amistoso na Polônia, passando por forças como os donos da casa e Sérvia, o time começou, nesta sexta-feira, sua caminhada no Pré-Olímpico da modalidade em Varna, na Bulgária. 

Diante de Porto Rico, o time do técnico Renan Dal Zotto teve algum trabalho na vitória por (25/23, 25/19 e 25/19). Foi somente no segundo set que o time nacional foi menos exigido. Uma das lições para a sequência do torneio é dar menos pontos de graça para o outro lado. Nesta sexta-feira, Porto Rico anotou 22 pontos em erros do Brasil. "Tivemos inicios de set um pouco enroscados. É algo que precisamos trabalhar melhor para evitar nestes dois jogos que restam", analisou o central Isac, que anotou 13 pontos, sendo o segundo maior pontuador da partida. 

Neste sábado, às 11h, a seleção encara Egito antes de pegar os donos da casa no domingo às 14h30 em jogo que pode definir a classificação antecipada para a Olimpíada de Tóquio, no ano que vem. Os jogos terão transmissão ao vivo do Sportv. 

Com o central Isac, do Sada Cruzeiro, no time titular, o Brasil fez bem sua obrigação, mesmo sabendo que ainda pode render mais. O ponta Lucarelli teve atuação de destaque com 14 pontos. Uma novidade na escalação que começou o jogo foi a ausência do ponta Leal, substituído por Maurício Borges.

O oposto Wallace, que não havia tido um desempenho regular na Liga das Nações, mostrou uma melhor condição ofensiva, mesmo ainda podendo render mais. 

Minando o poderio adversário

Foi preciso quebrar o passe do adversário para neutralizar a força do oposto Torres, principal nome do outro lado, com experiência em algumas das principais ligas do mundo, como Itália e Polônia. O primeiro set foi equilibrado, com o Brasil buscando se encontrar na partida, vendo Porto Rico dar trabalho. A maior diferença no placar apareceu no segundo set, abrindo chances para atletas que começaram no banco de reservas como o central Maurício Souza e o ponta Douglas Souza. 

O levantador Cachopa, do Sada Cruzeiro, também teve sua oportunidade, assim como o oposto Alan, formado na base celeste. Depois de um primeiro set mais complicado, o 2 a 0 veio com menos dificuldades para deixar o time a um set da vitória.

No terceiro set, Souza e Douglas começaram jogando. A dificuldade do Brasil na recepção permitiu que Porto Rico crescesse no jogo. A constante troca de pontos voltou a aparecer e uma das alternativas criadas por Dal Zotto foi colocar em quadra o líbero Maique, do Fiat-Minas. O Brasil, após ver o adversário abrir 16 a 14, conseguiu a virada, contando com a presença de Cachopa em quadra. Quando conseguiu distância mínima na parcial, o time verde-amarelo não se permitiu relaxar e tratou de fechar o jogo para não ser surpreendido. 

 


 

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