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A problemática romantização do abuso do álcool | Programa Interessa

20/10/21 - 13h54
Um vídeo rápido nos stories do Instagram brindando com os amigos numa festa ou mesa de bar. Aquela foto toda trabalhada da garrafa de cerveja estupidamente gelada e, até mesmo, “suando”, ao lado de uma porção de batatinha. Quem nunca, ao navegar pelas redes sociais, deu de cara com algo do tipo? A romantização do consumo de bebidas alcóolicas persiste ao tempo. O hábito é, para além de normalizado, glamourizado por boa parte da população. A mensagem que tentam passar ao ingeri-lo é, quase sempre, de relaxamento, diversão e, até mesmo, solução dos problemas, já que até nas músicas, principalmente as sertanejas, beber leva o cidadão a esquecer e superar as adversidades. Aliás, pobres daqueles que não curtem uma cachacinha: acontece de serem taxados de caretas pelos ‘amigos’. Na pandemia a situação piorou. A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) fez uma pesquisa em 2020 que constatou a intensificação do abuso de álcool durante o isolamento social: as bebidas são ingeridas para aliviar o estresse do dia a dia. A venda online aumentou em 93,9%. Mas, se o ato de fumar, que até um tempo atrás era sinônimo de status social, passou a ser recriminado quando divulgado o quanto é prejudicial à saúde, porque com o álcool, cujos riscos também são conhecidos, ocorre o contrário? Esse é o tema do Interess@ desta quarta (20)
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