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Expansão

GuardeAqui terá até seis unidades em BH

Companhia de self storage quer chegar a 50 operações no Brasil até 2021 investindo R$ 1 bilhão

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Allan Paiotti
Visão. Allan Paiotti, CEO da GuardeAqui no Brasil, visitou a Sempre Editora para contar os planos
PUBLICADO EM 21/12/17 - 03h00

Com 5.000 clientes e 21 unidades – uma delas em Belo Horizonte –, a GuardeAqui, empresa de self storage (soluções de autoarmazenamento para indivíduos, famílias e empresas), está com um plano de crescimento que mostra bem a confiança dos investidores, grande parte deles estrangeiros, no Brasil. “O plano de desenvolvimento é chegar a 50 unidades até 2021”, calcula o CEO da GuardeAqui, Allan Paiotti, que tem o desafio de tornar a atividade conhecida no mercado nacional. Para isso, o investimento será de até R$ 1 bilhão. “É uma aposta no Brasil”, acrescenta o executivo, diante do enorme mercado consumidor no país.

Em Belo Horizonte, onde a empresa já tem uma unidade há três anos com quase 600 boxes, na região da Pampulha, o plano também é crescer, implantando algo entre quatro e seis unidades no médio prazo. “O desafio é encontrar uma localização em função da demografia no entorno. O negócio do self storage é uma coisa de conveniência. É uma extensão da casa”, explica Paiotti.

Questionado sobre quais bairros poderão abrigar uma nova operação da GuardeAqui, Paiotti diz que já fez um mapeamento da capital mineira. “Temos grandes regiões onde estamos buscando áreas que podem comportar (a operação). O desafio é achar o imóvel que se encaixe no conceito. São necessários espaços de 6.000 metros quadrados de área construída. Podemos construir prédios”, conta. Para cada unidade é preciso investir, em média, cerca de R$ 25 milhões devido à inclusão da compra do imóvel.

Sem limite. De acordo com Paiotti, o crescimento da companhia no Brasil tem sido exponencial. Com uma operação altamente automatizada, o executivo explica que é um tipo de negócio que não demanda muita gente – são cerca de 70 a 80 pessoas. “Todo ano viemos dobrando a empresa e, com isso, a curva de receita e resultados acompanha”, comemora Paiotti.

Assim, a companhia continuará crescendo. “Cinquenta unidades é o primeiro objetivo de crescimento dentro desse ciclo que nós desenhamos. O mercado brasileiro talvez tenha 300 unidades (de self storage). A penetração no Brasil é menor do que a penetração existente na África do Sul, então o mercado é enorme. Estamos longe de encontrar o limite. Estamos falando de 5.000 a 10 mil unidades nos próximos 20 a 30 anos. Estamos vendo apenas o começo. Estamos animados”, conclui.

Competição

Hábitos. O CEO da GuardeAqui, Allan Paiotti, afirma que no Brasil a companhia também compete com a garagem da mãe, onde muitos filhos ainda estão acostumados a guardar algumas coisas de casa ou do escritório.

Perspectivas

- O CEO da GuardeAqui, Allan Paiotti, diz que metade dos clientes é de pessoas físicas e a outra é formada por pessoas jurídicas. “Em vez de alugar um grande galpão com custo fixo, a empresa aluga um box. Temos muitos importadores e muitas empresas de e-commerce”, conta.

- Para Paiotti, alugar um box, que tem uma despesa média de R$ 50 o metro quadrado, representa custo menor. “Essa flexibilidade de todo mês poder escolher se ela quer continuar, ou quer diminuir, ou aumentar o tamanho, transforma o custo em algo flexível e variável, e isso representa resultado”, explica o executivo.

 

Empresa é formada por um grupo de investidores

Solução muito conhecida no mundo todo, principalmente nos Estados Unidos, a empresa de self storage GuardeAqui foi criada em 2005 por um grupo de investidores americanos de ascendência cubana, que viram o conceito muito estabelecido – essa indústria está há mais de 40 anos no mercado mundial e tem quase 60 mil prédios de self storage, segundo dados do CEO da GuardeAqui, Allan Paiotti, 46.

Por aqui, o mercado de self storage ainda é muito incipiente. Por isso, os sócios vieram para o Brasil e montaram as três primeiras unidades em São Paulo, em 2011.

Formação de fundos. A GuardeAqui tem uma composição societária formada por fundos de investimentos, entre eles a Equity International, que tem como patrono o bilionário Sam Zell. Além disso, outro conhecido fundo do mercado, o brasileiro Pátria Investimentos, também entrou na parceria e faz parte do grupo que investe na GuardeAqui. “Temos a felicidade de termos sócios que entendem o Brasil, que entendem que o mercado tem ciclos, de crise e de momentos de alta”, justifica o analista de sistemas.

Sobre o potencial de mercado do Brasil, o CEO da empresa diz que o país é altamente promissor. “Entra crise, sai crise, alguns fundos vêm, outros saem, mas o Brasil está sempre numa posição muito interessante”, informa o executivo.

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