A saída de Catia Fonseca da Band, onde comandava o programa Melhor da Tarde, resultou em uma disputa contratual que agora será analisada e solucionada pela Justiça.
Enquanto a apresentadora afirma que a emissora descumpriu cláusulas e tem valores milionários a receber, a defesa da Band sustenta a quebra de vínculo por parte de Catia, que tinha acordo com o canal até 2028, e deseja o pagamento de multa rescisória.
Catia Fonseca afirma que sua relação com a Band se deteriorou em 2018, quando foi demitida e voltou sob novas bases contratuais. Após se despedir da emissora, a apresentadora alegou que não contava com condições adequadas de trabalho e ainda descumpriu cláusulas comerciais firmadas em contrato.
Em contestação, a Band afirma que a ex-funcionária não comunicadou de forma adequada a sua saída. De acordo com os executivos, para evitar a multa rescisória, a apresentadora deveria ter informado que não desejava renovar o contrato com pelo menos 30 dias de antecedência.
A emissora alega ainda que o vínculo firmado com Catia determinava que a apresentadora só poderia deixar a emissora se pagar a multa a partir de 2028 e que, portanto, a ex-contratada, por não ter cumprido essa exigência, deve indenizar a Band.