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Artes visuais em BH: veja programação de exposições na capital mineira

Veja quais exposições estão abertas para visitação em Belo Horizonte e os seus horários de funcionamento

Qui, 03/10/19 - 15h30
audima

ARTES VISUAIS

 

Vaivém
Mais de 300 obras representam as redes de dormir na cultura e arte brasileira. A mostra reúne o trabalho de 141 artistas, desde ícones como Tarsila do Amaral e Cândido Portinari à novíssima geração como o coletivo Opavivará!
CCBB (Circuito Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 4ª a 2ª, das 10h às 22h. Até 18/5

Poteiro, o Popular e o Público
A mostra traz 30 obras do artista multidisciplinar português Antônio Poteiro, falecido em 2010. Além das peças que perpassam a vasta produção do autor, o público tem acesso, pela primeira vez, a fotografias do arquivo pessoal do artista junto a personalidades da cena cultural brasileira, como Burle Marx e Jorge Amado.
CCBB (Circuito Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 4ª a 2ª, das 10h às 22h. Até 30/3

Retratistas do Morro
A mostra reúne imagens produzidas pelos fotógrafos João Mendes e Afonso Pimenta, que trabalham registrando o cotidiano dos moradores da Comunidade do Aglomerado da Serra.
CâmeraSete - Casa de Fotografia de Minas Gerais  (av. Afonso Pena, 737, centro, 3236-7400). De 3ª a sáb., das 9h às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 4/4

Sonho e Realidade: Homenagem a Álvaro Apocalypse
Além de uma sala especial com desenhos e pinturas do multiartista, serão exibidas obras de 16 ex-alunos que tiveram aula com Apocalypse durante a década de 70. Conhecido por ter criado centenas de bonecos à frente do Grupo Giramundo, Álvaro Brandão Apocalypse foi pintor, ilustrador, gravador, desenhista, diretor de teatro, cenógrafo, museólogo e publicitário. Desde 1959, também foi professor da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG.
Saguão da Reitoria da UFMG (av. Antônio Carlos, 6.627, campus Pampulha). De 2ª a 6ª, das 8h às 18h. Até 30/3

Do Líquido ao Concreto
Apresenta diálogo entre a arte e a arquitetura. Mostra reúne peças produzidas a partir de técnica de afresco desenvolvida pelo arquiteto Carlos Borsa e que trazem referências às artes asiáticas. A exposição traz composições variadas de peças quadrangulares constituídas de cimento. Nelas, imagens abstratas na cor azul, impressas a partir da nova técnica, trazem as referências das artes asiáticas da porcelana e da pintura sumi-ê, presentes nas artes chinesas e japonesas.
Casa do Baile (av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha, 3277-7443). De 3ª a dom., das 9h às 18h. Até abril

Mundos Indígenas
A história dos povos indígenas brasileiros não é uma só. Tão grande quanto um continente, nosso país abriga populações plurais, com costumes e tradições diversas. Os belo-horizontinos poderão conhecer mais a fundo o que curadores indígenas de cinco povos têm a dizer. Modos de viver, de saber e de cuidar dos povos Maxakali, Pataxoop, Xakriabá, Yanomami e Ye'kwana são apresentados na exposição.
Espaço do Conhecimento da UFMG ( Circuito Liberdade, 700, Funcionários, 3409-8350). De 3ª a dom., das 10h às 17h; sáb., das 10h às 21h. Até 31/7

Alceu Penna – Inventando a Moda do Brasil
A mostra coloca sob os holofotes o trabalho de criação do mineiro Alceu Penna, por meio de recorte da sua carreira.
MUMO - Museu da Moda de Belo Horizonte (rua da Bahia, 1.14, centro). De 3ª a 6ª, das 9h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 14h. Até 7/6

Maracatu Chico Rei
Estandartes, figurinos, instrumentos musicais, partitura e outros elementos apresentam ao público o poema sinfônico afro-brasileiro “Maracatu Chico Rei”, composto em 1933, por Francisco Mignone, e inspirada na lenda de Chico Rei. A mostra apresenta ilustrações inspiradas na obra, sobre as cenas da música que revelam sons e passagens da história do Brasil.
Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado (rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, Itapoã. 3277-7420). De 3ª a 6ª, das 9h às 18h. Até novembro

Complexa Cidade
A mostra explora Belo Horizonte dentro do histórico Casarão, umas das construções mais antigas da cidade e foi concebida diante do desafio de abordar aspectos da cidade a partir do acervo do Museu Histórico Abílio Barreto.
Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). De 3ª a dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 18h30. Temporada indeterminada

Avenida. Amazonas
Uma arqueologia do urbano, um registro do crescimento da cidade e do seu constante movimento. Assim se dá a narrativa escolhida pelo artista Felipe Chimicatti em sua série fotográfica inédita.
Galeria de Arte BDMG Cultural (rua Bernardo Guimarães, 1.600, Lourdes). Diariamente, das 10h às 18h; qui., das 10h às 21h. Até 15/3

Viagem Pitoresca pelo Mercado Central de BH
Artista plástica Rita de Souza reúne uma série de desenhos em grafite sobre papel. Ao todo, a mostra exibe 25 desenhos e convida cada visitante a realizar sua própria viagem por meio do encontro com os objetos representados, que pode suscitar lembranças afetivas ou mesmo certos estranhamentos.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centro, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 5/4

Gabinete do Livro
Nesta edição, aborda a temática "Risografia_ Serigrafia_Tipografia na Impressão das Editoras Independentes". Para tanto, foram selecionados trabalhos de editoras independentes, coletivos e artistas de várias cidades brasileiras – Belo Horizonte, Fortaleza, Londrina, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo –, dando a ver a qualidade e a multiplicidade da produção gráfico-editorial nacional, que ganha expressão, sobretudo, no interior das inúmeras feiras gráficas desenvolvidas em todo o país.
Centro de Memória da Faculdade de Letras (Fale) da UFMG - 2º andar, Sala 2010 (av. Presidente Antônio Carlos, 6.627, campus Pampulha). De 2ª a 5ª, das 11h às 13h e, das 14h às 18h30. Até 2/4

Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição
A artista mineira Daniela Moser apresenta mostra onde reúne obras que misturam técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centro, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 5/4

Exposição Atmosferas - D’Anestis
A exposição retrata os efeitos danosos das mudanças climáticas provocadas pelo uso exacerbado dos recursos naturais, mostrando a presença dos mais remotos ancestrais até a atualidade.
Espaço Cultura e Fé - prédio 7 (av. Dom José Gaspar, 500. campus Coração Eucarístico). De 2ª a 6ª, das 9h às 20h. Até 31/3

Deslimites da Memória
A exposição de Cyro Almeida e mestre Júlio Santos, traz à tona imagens que mesclam fotos contemporâneas ao trabalho da fotopintura, arte de retocar fotografias em preto e branco na busca pela representação ideal da figura humana.
Museu Mineiro (av. João Pinheiro, 342, centro, 3269-1109). De 3ª a 6ª, das 10h às 17h; sáb. e dom., das 12h às 16h. Até 3/5

Coletiva
"Sobre o Nada Eu Tenho Profundidades", de Carol Peso, e "Delicadeza Cerceada", de Jésus Guilherme. A mostra retrata em pinturas, desenhos e esculturas questões relacionadas à paisagem urbana.
Galeria de Arte da Assembleia (rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). De 2ª a 6ª, das 8h às 18h. Até 27/2

Paisagens Interiores - Tributo a Orlando Castaño
A mostra traz 42 obras, em pinturas a óleo, concebidas pelo artista entre os anos de 2018 e 2019.
Galeria Labyrinthus (rua Hermílio Alves, 322, Santa Tereza, 2537-0385). De 3ª a 6ª, das 10h30 às 19h30; sáb., das 11h às 17h. Até 7/4

Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos
O artista é um dos principais nomes do quadrinho na França, que vem se destacando consideravelmente nesse cenário. Ele foi responsável por inúmeras histórias e ilustrações francesas, como "Diavolo le Solennel", "Labyrinthes", "Les Corruptibles", "Abdallahi", entre outros. A exposição faz uma retrospectiva da sua atuação como desenhista da viagem, tanto geográfica como interior, já que o seu trabalho traduz o mais próximo possível a humanidade em todas as suas complexidades. Ilustra os mundos mais remotos, selvagens e diferentes da sociedade, a meio caminho entre a reportagem e a ficção. Na mostra, os visitantes vão encontrar diversas ilustrações de Pendanx. Ao todo são 34 obras que fazem os admiradores viajar com o quadrinista por meio da experiência transformada em desenho.
Galeria de Arte da Biblioteca Pública Estadual (Circuito Liberdade 21, Funcionários, 3269-1201). De 2ª a 6ª, das 8h às 18h; sáb., das 8h às 12h. 24/3

Mau Olhado Bem Olhado II
A exposição é composta por cinco instalações em que performance e conceito se misturam para provocar reflexões. A afirmação e resistência do negro, com ressignificação do seu papel social e a relação entre duas pessoas, suas dificuldades e construções são apresentadas em vestígios do corpo, do olhar e da transformação.
Piccola Galleria - Casa Fiat de Cultura (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 10, Funcionários, 3289-8900). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb., dom. e feriados, das 10h às 18h. Até 26/4

Alegorias Flutuantes - Fernando Perdigão
Pinturas e esculturas, obras inéditas, multicoloridas, feitas com diversos materiais.
Passo das Artes - Colégio Loyola (av. do Contorno, 7.919, Cidade Jardim). De 2ª a 6ª, das 8h às h9h30; das 10h30 às 12h; das 14h às 15h30 e, das 16h30 às 18h. Até 25/3

Lucas Ero
Apresenta a mostra "Quando a Noite Chegar Desliguem as Máquinas", que reúne máquinas eróticas imaginárias. Suas máquinas são humanas, sexuais, sociais, penais, solitárias, excitadas ou desinteressadas: objetos mecânicos ficcionais - de algum modo antropomórficos - que nascem da liberdade criativa do suporte bidimensional, experimentações pictóricas e conotações simbólicas.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centero, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h;  sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 12/4

Três Exposições e Lançamento de Livro
"7 X Artistas – Novas Pinceladas", em que os pintores participantes são personagens do livro homônimo. São eles: Alvaro Seixas, Daniel Lannes Elvis Almeida, Felipe Fernandes, Gilson Rodrigues, Lívia Moura e Maria Fernanda Lucena. "Reinventando Paisagens" individual de Laura Villarosa, uma artista revelação, que traz obras inéditas. E, para complementar, a exposição coletiva "7 Etnógrafos" traz um novo olhar para os trabalhos de artistas acompanhados também pelo veterano Efraim Almeida: Igor Nunes, Reitchel Komch, Vanessa Rocha, Cláudia Lyrio, Ana Tereza Prado Lopes, Katia Politzer e Danielle Cukierman. Todas as obras expostas, mesmo que em mostras diferentes, permitem que o visitante conheça um pouco da produção artística brasileira atual. Todos os autores das telas são brasileiros, mas com estilos e técnicas muito distintos, mostrando a pluralidade e versatilidade da arte contemporânea.
dotART galeria (rua Bernardo Guimarães, 911, Savassi, 3261-3910). De 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 13h. Até 30/5

Dilatação Antropofágica - Pedro Gottardi
A mostra reúne uma série de obras inspiradas em radiografias (raio-x), impressas sobre tecido de algodão, além de documentos e instalação com objetos que traduzem sentimentos na carne.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centero, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h;  sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 12/4

 

 

 

MUSEUS

CENTRO DE ARTE POPULAR CEMIG
O acervo do museu conduz o visitante ao imaginário de diferentes artistas e suas expressões populares, criando uma imersão na nossa cultura de raiz. Em todos os andares, o visitante encontra obras que traduzem histórias e crenças do povo mineiro. A edificação do início do século XX possui características do ecletismo. Na sala Grandes Mestres, estão reunidas obras de nomes como GTO, Artur Pereira, Zefa, Zezinha, Placedina, Ulisses Pereira, Isabel Mendes e Noemiza. 
Rua Gonçalves Dias, 1.608, Lourdes, 3014-0092. 3ª, 4ª e 6ª, das 10h às 19h; 5ª, das 12h às 21h; sab., das 12h às 19h. Entrada gratuita

ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG
O espaço de divulgação e fruição científica abriga um planetário de última geração e único em Minas, observatório astronômico e um conjunto de exposições temáticas interativas que abordam assuntos como o universo, a vida na Terra, o meio ambiente e os processos humanos de simbolização e trocas sociais, com cenários interativos e muita tecnologia. O objetivo é aproximar a ciência das pessoas.
Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, 3409-8350. 3ª, 4ª, 6ª, sáb. e dom.,  das 10h às 17h; 5ª, das 10h às 21h. Entrada gratuita

INSTITUTO INHOTIM
A arte e a arquitetura convivem em harmonia com a natureza no espaço. Em uma área de quase 100 hectares, com jardins desenhados por Burle Max, estão espalhadas obras de artistas célebres, como Amilcar de Castro, Tunga, Cildo Meireles, Adriana Varejão, Hélio Oiticica, Chris Burden, Doug Aitken e Edgard de Souza. O visitante pode fazer visitas guiadas à mata e conhecer mais sobre as espécies animais e vegetais que habitam a região. O Inhotim tem ainda uma rede de restaurantes, lanchonetes e cafeterias.
Rua B, 20, Brumadinho). 3ª a 6ª, das 9h30 às 16h30; Sáb., dom. e feriados, das 9h30 às 17h30. Entrada gratuita às quartas; Ingressos: R$ 44 (inteira). Estudantes identificados e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. Crianças de até 5 anos não pagam. Informações: 3571-9700. É necessário apresentar a carteira original de vacina, e nela constando a imunização contra a febre amarela, há pelo 10 dias de aplicada

MEMORIAL MINAS GERAIS VALE
O museu instiga o visitante a descobrir a história e os costumes mineiros, do século XVIII ao momento atual, de uma forma diferente e interativa. Personagens ilustres, vilas barrocas, grandes autores, cidadãos comuns, moda, comida típica e até o futebol estão representados nas 31 salas. Em todas elas, a tecnologia é utilizada em conjunto com objetos e cenários tradicionais para criar um espaço rico e futurista, que ressalte as experiências propostas pelo espaço.
Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, 3308-4000. 3ª, 4ª, 6ª e sáb., das 10h às 17h30, com permanência até 18h; 5ª das 10h às 21h30, com permanência até 22h; dom.,  das 10h às 15h30, com permanência até 16h. Entrada gratuita

MUSEU BRASILEIRO DO FUTEBOL
O visitante pode conhecer a história do Mineirão por meio de um grande acervo de imagens, exposição de troféus, bolas usadas durante as partidas, placas, entre outros objetos.
Mineirão (av. Coronel Oscar Paschoal, s/nº, portão G2, Mineirão, 3499-4312/ 4304). 3ª a 6ª, das 9h às 17h; sáb. e dom., das 9h às 13h. Dias de jogos, eventos e feriados (depende do evento e horário). Ingressos: R$ 20 (inteira). Permanente

MUSEU DAS MINAS E DO METAL
O local tem 18 salas de exposição e cerca de 50 atrações em 3D e 2D, sobre a relação da história do Estado de Minas Gerais com a riqueza de suas minas e recursos. Abriga importante acervo sobre mineração e metalurgia, documentando duas das principais atividades econômicas de Minas. O visitante fica sabendo sobre o universo das rochas, os processos de transformação dos minérios e a importância deles para a vida humana e o desenvolvimento social, econômico e cultural.
Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, 3516-7200. 3ª, 4ª, 6ª, sáb. e dom., das 12h às 18h; 5ª, das 12h às 22h. Entrada franca

MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS PUC MINAS
Panorama da fauna brasileira até o fim do período Pleistoceno, por meio de acervo inédito que apresenta animais já extintos e espécies atuais, incluindo Idi Amin, famoso gorila que habitou o zoológico de Belo Horizonte. O corpo do gorila estará exposto ao lado de Cleópatra, gorila que também veio do zoológico e, dos esqueletos dos elefantes Joca e Margarete.
Av. Dom José Gaspar, 290, Coração Eucarístico, 3319-4152). 3ª a sáb. e feriados, das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. R$ 10. Crianças até três anos não pagam; crianças de cinco a 12 anos, e adultos acima de 60 anos, pagam meia entrada

MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA
Localizado no conjunto arquitetônico da Pampulha, projetado por Oscar Niemeyer entre 1942 e 1944, o Museu  foi inaugurado em 1956 no edifício onde funcionava um cassino. O acervo do MAP distingue-se pela variedade de temas em suas exposições. Além disso, reúne um conjunto de obras que fazem um panorama da arte moderna e contemporânea de Minas Gerais e do Brasil. No local, é possível ver trabalhos de Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Alberto da Veiga Guignard, Amilcar de Castro e Farnese de Andrade, entre outros. Os jardins do prédio foram projetados por Burle Marx.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha, 3277-7953. 3ª a dom., das 9h às 19h. Entrada gratuita

MUSEU DE ARTES E OFÍCIOS
O espaço cultural abriga e difunde um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios do Brasil. O museu, criado a partir do conjunto de mais de 2.000 peças da colecionadora Angela Gutierrez, promove o encontro do trabalhador consigo mesmo, com sua história e com o seu tempo. Destaque para como ferramentas, utensílios, máquinas e equipamentos diversos, a maioria datados dos séculos XVIII a XX. O museu está instalado na Estação Central de Belo Horizonte.
Praça da Estação, s/nº, centro, 3248-8600. 3ª a 6ª, das 12h às 19h; sáb., dom. e feriados, das 9h às 17h. Entrada gratuita. Permanente

MUSEU DO COTIDIANO
Com área em torno de 600 metros quadrados, reúne objetos que testemunham tanto a evolução tecnológica quanto o desenvolvimento sociocultural, como as séries de aparelhos e máquinas. Entre as mais de 100 mil peças do museu, estão uma balança de ovos, chuveiro a álcool, celular de 1991, uma fábrica de hóstias, entre outros objetos.
Museu do Cotidiano (rua Bernardo Guimarães, 1.296, Funcionários. Agendamento de visitas: 99612-2431. Entrada gratuita. Permanente

MUSEU DOS BRINQUEDOS
Localizado em uma casa tombada pelo patrimônio histórico de Belo Horizonte, o museu ajuda a preservar e divulgar o patrimônio cultural lúdico da infância. O conjunto foi reunido pela senhora Luiza de Azevedo Meyer, falecida em 2000. Com aproximadamente 5.000 peças, de procedência nacional e internacional, o acervo é composto, entre outros objetos, de bonecas, carrinhos, carrinhos de bebê, móveis, fogões, louças, trenzinhos, autoramas, fantoches, robôs, jogos, brinquedos musicais e livros infantojuvenis. Atualmente, permanecem em exposição aproximadamente 800 exemplares dos mais diversos países, do início do século XX até os dias atuais.
Av. Afonso Pena, 2.564, Funcionários, 3261-3992. 2ª a 6ª, das 9h às 17h; sáb. e feriados, das 10h às 17h. R$ 24 (inteira)

MUSEU HISTÓRICO ABÍLIO BARRETO
Inaugurado em 1943, o museu é a instituição que guarda parte significativa da história de Belo Horizonte e de Minas, com destaque para mobiliário, esculturas, arte sacra, peças decorativas, documentos e imagens. No total, o acervo permanente conta com 8.000 peças. Na área externa do casarão colonial, datado de 1883, estão abrigos para o bonde elétrico e uma locomotiva a vapor, um palco ao ar livre e jardins concebidos como local de educação e lazer.
Av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573. 3ª, 6ª, sáb. e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Entrada gratuita

MUSEU INIMÁ DE PAULA
O objetivo do museu é preservar a memória e a obra de Inimá de Paula, pintor mineiro que viveu entre 1918 e 1999. O acervo apresenta quadros da coleção particular do artista, autorretratos, desenhos e tapetes produzidos desde a década de 1940 até os anos 90. Além disso, o local tem materiais que faziam parte do ateliê de Inimá, como pincéis, paletas, tubos de tinta, cavaletes, espátulas, gravuras, fotos e slides.
Rua da Bahia, 1.201, centro, 3213-4320. 3ª, 4ª, 6ª e sáb., das 10h às 18h30; 5ª, das 12h às 20h30; dom., das 12h às 18h30. Entrada gratuita

MUSEU MINEIRO
A construção do final do século XIX revela a arquitetura que marcou oficialmente a fase inicial da cidade e reúne pinturas históricas, gravuras, esculturas, achados arqueológicos, imagens sacras e objetos datados dos séculos XVIII e XIX, como obras do mestre Ataíde e Joaquim José da Natividade.
Av. João Pinheiro, 342, centro, 3269-1109. 3ª a 6ª, das 10h às 17h; sáb. e dom., das 12h às 16h. Entrada gratuita

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Qui, 03/10/19 - 15h30
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ARTES VISUAIS

 

Vaivém
Mais de 300 obras representam as redes de dormir na cultura e arte brasileira. A mostra reúne o trabalho de 141 artistas, desde ícones como Tarsila do Amaral e Cândido Portinari à novíssima geração como o coletivo Opavivará!
CCBB (Circuito Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 4ª a 2ª, das 10h às 22h. Até 18/5

Poteiro, o Popular e o Público
A mostra traz 30 obras do artista multidisciplinar português Antônio Poteiro, falecido em 2010. Além das peças que perpassam a vasta produção do autor, o público tem acesso, pela primeira vez, a fotografias do arquivo pessoal do artista junto a personalidades da cena cultural brasileira, como Burle Marx e Jorge Amado.
CCBB (Circuito Liberdade, 450, Funcionários, 3431-9400). De 4ª a 2ª, das 10h às 22h. Até 30/3

Retratistas do Morro
A mostra reúne imagens produzidas pelos fotógrafos João Mendes e Afonso Pimenta, que trabalham registrando o cotidiano dos moradores da Comunidade do Aglomerado da Serra.
CâmeraSete - Casa de Fotografia de Minas Gerais  (av. Afonso Pena, 737, centro, 3236-7400). De 3ª a sáb., das 9h às 21h; dom., das 16h às 21h. Até 4/4

Sonho e Realidade: Homenagem a Álvaro Apocalypse
Além de uma sala especial com desenhos e pinturas do multiartista, serão exibidas obras de 16 ex-alunos que tiveram aula com Apocalypse durante a década de 70. Conhecido por ter criado centenas de bonecos à frente do Grupo Giramundo, Álvaro Brandão Apocalypse foi pintor, ilustrador, gravador, desenhista, diretor de teatro, cenógrafo, museólogo e publicitário. Desde 1959, também foi professor da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG.
Saguão da Reitoria da UFMG (av. Antônio Carlos, 6.627, campus Pampulha). De 2ª a 6ª, das 8h às 18h. Até 30/3

Do Líquido ao Concreto
Apresenta diálogo entre a arte e a arquitetura. Mostra reúne peças produzidas a partir de técnica de afresco desenvolvida pelo arquiteto Carlos Borsa e que trazem referências às artes asiáticas. A exposição traz composições variadas de peças quadrangulares constituídas de cimento. Nelas, imagens abstratas na cor azul, impressas a partir da nova técnica, trazem as referências das artes asiáticas da porcelana e da pintura sumi-ê, presentes nas artes chinesas e japonesas.
Casa do Baile (av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha, 3277-7443). De 3ª a dom., das 9h às 18h. Até abril

Mundos Indígenas
A história dos povos indígenas brasileiros não é uma só. Tão grande quanto um continente, nosso país abriga populações plurais, com costumes e tradições diversas. Os belo-horizontinos poderão conhecer mais a fundo o que curadores indígenas de cinco povos têm a dizer. Modos de viver, de saber e de cuidar dos povos Maxakali, Pataxoop, Xakriabá, Yanomami e Ye'kwana são apresentados na exposição.
Espaço do Conhecimento da UFMG ( Circuito Liberdade, 700, Funcionários, 3409-8350). De 3ª a dom., das 10h às 17h; sáb., das 10h às 21h. Até 31/7

Alceu Penna – Inventando a Moda do Brasil
A mostra coloca sob os holofotes o trabalho de criação do mineiro Alceu Penna, por meio de recorte da sua carreira.
MUMO - Museu da Moda de Belo Horizonte (rua da Bahia, 1.14, centro). De 3ª a 6ª, das 9h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 14h. Até 7/6

Maracatu Chico Rei
Estandartes, figurinos, instrumentos musicais, partitura e outros elementos apresentam ao público o poema sinfônico afro-brasileiro “Maracatu Chico Rei”, composto em 1933, por Francisco Mignone, e inspirada na lenda de Chico Rei. A mostra apresenta ilustrações inspiradas na obra, sobre as cenas da música que revelam sons e passagens da história do Brasil.
Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado (rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, Itapoã. 3277-7420). De 3ª a 6ª, das 9h às 18h. Até novembro

Complexa Cidade
A mostra explora Belo Horizonte dentro do histórico Casarão, umas das construções mais antigas da cidade e foi concebida diante do desafio de abordar aspectos da cidade a partir do acervo do Museu Histórico Abílio Barreto.
Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573). De 3ª a dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 18h30. Temporada indeterminada

Avenida. Amazonas
Uma arqueologia do urbano, um registro do crescimento da cidade e do seu constante movimento. Assim se dá a narrativa escolhida pelo artista Felipe Chimicatti em sua série fotográfica inédita.
Galeria de Arte BDMG Cultural (rua Bernardo Guimarães, 1.600, Lourdes). Diariamente, das 10h às 18h; qui., das 10h às 21h. Até 15/3

Viagem Pitoresca pelo Mercado Central de BH
Artista plástica Rita de Souza reúne uma série de desenhos em grafite sobre papel. Ao todo, a mostra exibe 25 desenhos e convida cada visitante a realizar sua própria viagem por meio do encontro com os objetos representados, que pode suscitar lembranças afetivas ou mesmo certos estranhamentos.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centro, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 5/4

Gabinete do Livro
Nesta edição, aborda a temática "Risografia_ Serigrafia_Tipografia na Impressão das Editoras Independentes". Para tanto, foram selecionados trabalhos de editoras independentes, coletivos e artistas de várias cidades brasileiras – Belo Horizonte, Fortaleza, Londrina, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo –, dando a ver a qualidade e a multiplicidade da produção gráfico-editorial nacional, que ganha expressão, sobretudo, no interior das inúmeras feiras gráficas desenvolvidas em todo o país.
Centro de Memória da Faculdade de Letras (Fale) da UFMG - 2º andar, Sala 2010 (av. Presidente Antônio Carlos, 6.627, campus Pampulha). De 2ª a 5ª, das 11h às 13h e, das 14h às 18h30. Até 2/4

Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição
A artista mineira Daniela Moser apresenta mostra onde reúne obras que misturam técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centro, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 5/4

Exposição Atmosferas - D’Anestis
A exposição retrata os efeitos danosos das mudanças climáticas provocadas pelo uso exacerbado dos recursos naturais, mostrando a presença dos mais remotos ancestrais até a atualidade.
Espaço Cultura e Fé - prédio 7 (av. Dom José Gaspar, 500. campus Coração Eucarístico). De 2ª a 6ª, das 9h às 20h. Até 31/3

Deslimites da Memória
A exposição de Cyro Almeida e mestre Júlio Santos, traz à tona imagens que mesclam fotos contemporâneas ao trabalho da fotopintura, arte de retocar fotografias em preto e branco na busca pela representação ideal da figura humana.
Museu Mineiro (av. João Pinheiro, 342, centro, 3269-1109). De 3ª a 6ª, das 10h às 17h; sáb. e dom., das 12h às 16h. Até 3/5

Coletiva
"Sobre o Nada Eu Tenho Profundidades", de Carol Peso, e "Delicadeza Cerceada", de Jésus Guilherme. A mostra retrata em pinturas, desenhos e esculturas questões relacionadas à paisagem urbana.
Galeria de Arte da Assembleia (rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, 2108-7827). De 2ª a 6ª, das 8h às 18h. Até 27/2

Paisagens Interiores - Tributo a Orlando Castaño
A mostra traz 42 obras, em pinturas a óleo, concebidas pelo artista entre os anos de 2018 e 2019.
Galeria Labyrinthus (rua Hermílio Alves, 322, Santa Tereza, 2537-0385). De 3ª a 6ª, das 10h30 às 19h30; sáb., das 11h às 17h. Até 7/4

Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos
O artista é um dos principais nomes do quadrinho na França, que vem se destacando consideravelmente nesse cenário. Ele foi responsável por inúmeras histórias e ilustrações francesas, como "Diavolo le Solennel", "Labyrinthes", "Les Corruptibles", "Abdallahi", entre outros. A exposição faz uma retrospectiva da sua atuação como desenhista da viagem, tanto geográfica como interior, já que o seu trabalho traduz o mais próximo possível a humanidade em todas as suas complexidades. Ilustra os mundos mais remotos, selvagens e diferentes da sociedade, a meio caminho entre a reportagem e a ficção. Na mostra, os visitantes vão encontrar diversas ilustrações de Pendanx. Ao todo são 34 obras que fazem os admiradores viajar com o quadrinista por meio da experiência transformada em desenho.
Galeria de Arte da Biblioteca Pública Estadual (Circuito Liberdade 21, Funcionários, 3269-1201). De 2ª a 6ª, das 8h às 18h; sáb., das 8h às 12h. 24/3

Mau Olhado Bem Olhado II
A exposição é composta por cinco instalações em que performance e conceito se misturam para provocar reflexões. A afirmação e resistência do negro, com ressignificação do seu papel social e a relação entre duas pessoas, suas dificuldades e construções são apresentadas em vestígios do corpo, do olhar e da transformação.
Piccola Galleria - Casa Fiat de Cultura (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 10, Funcionários, 3289-8900). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb., dom. e feriados, das 10h às 18h. Até 26/4

Alegorias Flutuantes - Fernando Perdigão
Pinturas e esculturas, obras inéditas, multicoloridas, feitas com diversos materiais.
Passo das Artes - Colégio Loyola (av. do Contorno, 7.919, Cidade Jardim). De 2ª a 6ª, das 8h às h9h30; das 10h30 às 12h; das 14h às 15h30 e, das 16h30 às 18h. Até 25/3

Lucas Ero
Apresenta a mostra "Quando a Noite Chegar Desliguem as Máquinas", que reúne máquinas eróticas imaginárias. Suas máquinas são humanas, sexuais, sociais, penais, solitárias, excitadas ou desinteressadas: objetos mecânicos ficcionais - de algum modo antropomórficos - que nascem da liberdade criativa do suporte bidimensional, experimentações pictóricas e conotações simbólicas.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centero, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h;  sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 12/4

Três Exposições e Lançamento de Livro
"7 X Artistas – Novas Pinceladas", em que os pintores participantes são personagens do livro homônimo. São eles: Alvaro Seixas, Daniel Lannes Elvis Almeida, Felipe Fernandes, Gilson Rodrigues, Lívia Moura e Maria Fernanda Lucena. "Reinventando Paisagens" individual de Laura Villarosa, uma artista revelação, que traz obras inéditas. E, para complementar, a exposição coletiva "7 Etnógrafos" traz um novo olhar para os trabalhos de artistas acompanhados também pelo veterano Efraim Almeida: Igor Nunes, Reitchel Komch, Vanessa Rocha, Cláudia Lyrio, Ana Tereza Prado Lopes, Katia Politzer e Danielle Cukierman. Todas as obras expostas, mesmo que em mostras diferentes, permitem que o visitante conheça um pouco da produção artística brasileira atual. Todos os autores das telas são brasileiros, mas com estilos e técnicas muito distintos, mostrando a pluralidade e versatilidade da arte contemporânea.
dotART galeria (rua Bernardo Guimarães, 911, Savassi, 3261-3910). De 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 13h. Até 30/5

Dilatação Antropofágica - Pedro Gottardi
A mostra reúne uma série de obras inspiradas em radiografias (raio-x), impressas sobre tecido de algodão, além de documentos e instalação com objetos que traduzem sentimentos na carne.
Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, centero, 3409-8290). De 3ª a 6ª, das 10h às 21h;  sáb. e dom., das 10h às 18h. Até 12/4

 

 

 

MUSEUS

CENTRO DE ARTE POPULAR CEMIG
O acervo do museu conduz o visitante ao imaginário de diferentes artistas e suas expressões populares, criando uma imersão na nossa cultura de raiz. Em todos os andares, o visitante encontra obras que traduzem histórias e crenças do povo mineiro. A edificação do início do século XX possui características do ecletismo. Na sala Grandes Mestres, estão reunidas obras de nomes como GTO, Artur Pereira, Zefa, Zezinha, Placedina, Ulisses Pereira, Isabel Mendes e Noemiza. 
Rua Gonçalves Dias, 1.608, Lourdes, 3014-0092. 3ª, 4ª e 6ª, das 10h às 19h; 5ª, das 12h às 21h; sab., das 12h às 19h. Entrada gratuita

ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG
O espaço de divulgação e fruição científica abriga um planetário de última geração e único em Minas, observatório astronômico e um conjunto de exposições temáticas interativas que abordam assuntos como o universo, a vida na Terra, o meio ambiente e os processos humanos de simbolização e trocas sociais, com cenários interativos e muita tecnologia. O objetivo é aproximar a ciência das pessoas.
Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, 3409-8350. 3ª, 4ª, 6ª, sáb. e dom.,  das 10h às 17h; 5ª, das 10h às 21h. Entrada gratuita

INSTITUTO INHOTIM
A arte e a arquitetura convivem em harmonia com a natureza no espaço. Em uma área de quase 100 hectares, com jardins desenhados por Burle Max, estão espalhadas obras de artistas célebres, como Amilcar de Castro, Tunga, Cildo Meireles, Adriana Varejão, Hélio Oiticica, Chris Burden, Doug Aitken e Edgard de Souza. O visitante pode fazer visitas guiadas à mata e conhecer mais sobre as espécies animais e vegetais que habitam a região. O Inhotim tem ainda uma rede de restaurantes, lanchonetes e cafeterias.
Rua B, 20, Brumadinho). 3ª a 6ª, das 9h30 às 16h30; Sáb., dom. e feriados, das 9h30 às 17h30. Entrada gratuita às quartas; Ingressos: R$ 44 (inteira). Estudantes identificados e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. Crianças de até 5 anos não pagam. Informações: 3571-9700. É necessário apresentar a carteira original de vacina, e nela constando a imunização contra a febre amarela, há pelo 10 dias de aplicada

MEMORIAL MINAS GERAIS VALE
O museu instiga o visitante a descobrir a história e os costumes mineiros, do século XVIII ao momento atual, de uma forma diferente e interativa. Personagens ilustres, vilas barrocas, grandes autores, cidadãos comuns, moda, comida típica e até o futebol estão representados nas 31 salas. Em todas elas, a tecnologia é utilizada em conjunto com objetos e cenários tradicionais para criar um espaço rico e futurista, que ressalte as experiências propostas pelo espaço.
Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, 3308-4000. 3ª, 4ª, 6ª e sáb., das 10h às 17h30, com permanência até 18h; 5ª das 10h às 21h30, com permanência até 22h; dom.,  das 10h às 15h30, com permanência até 16h. Entrada gratuita

MUSEU BRASILEIRO DO FUTEBOL
O visitante pode conhecer a história do Mineirão por meio de um grande acervo de imagens, exposição de troféus, bolas usadas durante as partidas, placas, entre outros objetos.
Mineirão (av. Coronel Oscar Paschoal, s/nº, portão G2, Mineirão, 3499-4312/ 4304). 3ª a 6ª, das 9h às 17h; sáb. e dom., das 9h às 13h. Dias de jogos, eventos e feriados (depende do evento e horário). Ingressos: R$ 20 (inteira). Permanente

MUSEU DAS MINAS E DO METAL
O local tem 18 salas de exposição e cerca de 50 atrações em 3D e 2D, sobre a relação da história do Estado de Minas Gerais com a riqueza de suas minas e recursos. Abriga importante acervo sobre mineração e metalurgia, documentando duas das principais atividades econômicas de Minas. O visitante fica sabendo sobre o universo das rochas, os processos de transformação dos minérios e a importância deles para a vida humana e o desenvolvimento social, econômico e cultural.
Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, 3516-7200. 3ª, 4ª, 6ª, sáb. e dom., das 12h às 18h; 5ª, das 12h às 22h. Entrada franca

MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS PUC MINAS
Panorama da fauna brasileira até o fim do período Pleistoceno, por meio de acervo inédito que apresenta animais já extintos e espécies atuais, incluindo Idi Amin, famoso gorila que habitou o zoológico de Belo Horizonte. O corpo do gorila estará exposto ao lado de Cleópatra, gorila que também veio do zoológico e, dos esqueletos dos elefantes Joca e Margarete.
Av. Dom José Gaspar, 290, Coração Eucarístico, 3319-4152). 3ª a sáb. e feriados, das 9h às 17h; 5ª, das 9h às 21h. R$ 10. Crianças até três anos não pagam; crianças de cinco a 12 anos, e adultos acima de 60 anos, pagam meia entrada

MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA
Localizado no conjunto arquitetônico da Pampulha, projetado por Oscar Niemeyer entre 1942 e 1944, o Museu  foi inaugurado em 1956 no edifício onde funcionava um cassino. O acervo do MAP distingue-se pela variedade de temas em suas exposições. Além disso, reúne um conjunto de obras que fazem um panorama da arte moderna e contemporânea de Minas Gerais e do Brasil. No local, é possível ver trabalhos de Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Alberto da Veiga Guignard, Amilcar de Castro e Farnese de Andrade, entre outros. Os jardins do prédio foram projetados por Burle Marx.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha, 3277-7953. 3ª a dom., das 9h às 19h. Entrada gratuita

MUSEU DE ARTES E OFÍCIOS
O espaço cultural abriga e difunde um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios do Brasil. O museu, criado a partir do conjunto de mais de 2.000 peças da colecionadora Angela Gutierrez, promove o encontro do trabalhador consigo mesmo, com sua história e com o seu tempo. Destaque para como ferramentas, utensílios, máquinas e equipamentos diversos, a maioria datados dos séculos XVIII a XX. O museu está instalado na Estação Central de Belo Horizonte.
Praça da Estação, s/nº, centro, 3248-8600. 3ª a 6ª, das 12h às 19h; sáb., dom. e feriados, das 9h às 17h. Entrada gratuita. Permanente

MUSEU DO COTIDIANO
Com área em torno de 600 metros quadrados, reúne objetos que testemunham tanto a evolução tecnológica quanto o desenvolvimento sociocultural, como as séries de aparelhos e máquinas. Entre as mais de 100 mil peças do museu, estão uma balança de ovos, chuveiro a álcool, celular de 1991, uma fábrica de hóstias, entre outros objetos.
Museu do Cotidiano (rua Bernardo Guimarães, 1.296, Funcionários. Agendamento de visitas: 99612-2431. Entrada gratuita. Permanente

MUSEU DOS BRINQUEDOS
Localizado em uma casa tombada pelo patrimônio histórico de Belo Horizonte, o museu ajuda a preservar e divulgar o patrimônio cultural lúdico da infância. O conjunto foi reunido pela senhora Luiza de Azevedo Meyer, falecida em 2000. Com aproximadamente 5.000 peças, de procedência nacional e internacional, o acervo é composto, entre outros objetos, de bonecas, carrinhos, carrinhos de bebê, móveis, fogões, louças, trenzinhos, autoramas, fantoches, robôs, jogos, brinquedos musicais e livros infantojuvenis. Atualmente, permanecem em exposição aproximadamente 800 exemplares dos mais diversos países, do início do século XX até os dias atuais.
Av. Afonso Pena, 2.564, Funcionários, 3261-3992. 2ª a 6ª, das 9h às 17h; sáb. e feriados, das 10h às 17h. R$ 24 (inteira)

MUSEU HISTÓRICO ABÍLIO BARRETO
Inaugurado em 1943, o museu é a instituição que guarda parte significativa da história de Belo Horizonte e de Minas, com destaque para mobiliário, esculturas, arte sacra, peças decorativas, documentos e imagens. No total, o acervo permanente conta com 8.000 peças. Na área externa do casarão colonial, datado de 1883, estão abrigos para o bonde elétrico e uma locomotiva a vapor, um palco ao ar livre e jardins concebidos como local de educação e lazer.
Av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, 3277-8573. 3ª, 6ª, sáb. e dom., das 10h às 17h; 4ª e 5ª, das 10h às 21h. Entrada gratuita

MUSEU INIMÁ DE PAULA
O objetivo do museu é preservar a memória e a obra de Inimá de Paula, pintor mineiro que viveu entre 1918 e 1999. O acervo apresenta quadros da coleção particular do artista, autorretratos, desenhos e tapetes produzidos desde a década de 1940 até os anos 90. Além disso, o local tem materiais que faziam parte do ateliê de Inimá, como pincéis, paletas, tubos de tinta, cavaletes, espátulas, gravuras, fotos e slides.
Rua da Bahia, 1.201, centro, 3213-4320. 3ª, 4ª, 6ª e sáb., das 10h às 18h30; 5ª, das 12h às 20h30; dom., das 12h às 18h30. Entrada gratuita

MUSEU MINEIRO
A construção do final do século XIX revela a arquitetura que marcou oficialmente a fase inicial da cidade e reúne pinturas históricas, gravuras, esculturas, achados arqueológicos, imagens sacras e objetos datados dos séculos XVIII e XIX, como obras do mestre Ataíde e Joaquim José da Natividade.
Av. João Pinheiro, 342, centro, 3269-1109. 3ª a 6ª, das 10h às 17h; sáb. e dom., das 12h às 16h. Entrada gratuita

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