Transformação

Homem alega ser insultado após gastar mais de R$ 220 mil em tatuagem

Segurança e tatuador de 32 anos é adepto ao estilo blackout e vem cobrindo o corpo há 10 anos

Por O Tempo
Publicado em 30 de março de 2023 | 18:51
 
 
 

A expressão “cobriu o corpo com tatuagens” é usada, geralmente, para pessoas que têm muitas e espalhadas tatuagens pelo corpo. O caso do segurança Alberto Rodriguez Varela Grandal leva a expressão à literalidade: ele é adepto ao blackout, estilo que cobre a pele com espessa tinta preta de forma homogênea. Aos 32 anos de idade, ele alega ter gastado £ 35 mil (algo em torno de R$ 220 mil). 

Residente na cidade de Tenerife, na Espanha, Alberto conta que é insultado na rua por causa de sua aparência. "Muitas pessoas me veem e pensam que sou louco, mas sou uma pessoa muito mais madura e racional em todos os sentidos desde que fiz minhas tatuagens", defende-se. 

Ele revela ainda que se sente melhor após ter optado pelo blackout. "Eu me sinto a mesma pessoa antes e depois do processo. Ter essas tatuagens é um bom filtro no final do dia para descobrir quais pessoas são mentes abertas e tolerantes."

Alberto começou a se tatuar aos 22 anos. Durante um período, ele fez tatuagens usuais: animais, tribais e afins. Sem conseguir definir um estilo, ele acabou vendo sua pele encoberta e, assim, optou por usar preto por cima de tudo que já havia feito. 

Nas redes sociais, ele conta que os comentários são mistos. "Tenho muitas pessoas que amam o que faço e muitas outras que me insultam por trás", conta o Alberto, que desde os 19 anos começou a estudar e hoje é também tatuador. (Com informações de The Mirror)

 

Notícias exclusivas e ilimitadas

O TEMPO reforça o compromisso com o jornalismo profissional e de qualidade.

Nossa redação produz diariamente informação responsável e que você pode confiar. Fique bem informado!