Chacina

Preso suspeito de matar 4 universitários nos Estados Unidos

Investigações da polícia apontam que assassino é estudante de doutorado em criminologia na Universidade de Washington

Por OTempo
Publicado em 30 de dezembro de 2022 | 20:36
 
 
 
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O estudante de doutorado em criminologia, Bryan Kohberger, de 28 anos, foi preso nesta sexta-feira (30), suspeito de matar quatro estudantes universitários no dia 13 de novembro, na cidade de Moscou, no estado de Idaho, nos Estados Unidos.

Em entrevista coletiva, o chefe do Departamento de Polícia de Moscou, James Fry, disse que Bryan Kohberger foi encontrado em Albrightsville, Pensilvânia, a 4 mil quilômetros de distância do local do crime. O policial não deu detalhes sobre a motivação dos assassinatos e explicou que as investigações são sigilosas, devido a uma lei estadual.  

O principal suspeito da chacina fazia o curso de pós-graduação na Universidade Estadual de Washington, na cidade de Pulman, que fica a 15 quilômetros a oeste de Moscou, onde o crime ocorreu. As quatro vítimas estudavam na Universidade de Idaho. Ethan Chapin, 20, Kaylee Gonçalves, 21, Xana Kernodle, 20 e Madison Mogen, 21, foram encontrados mortos no apartamento onde moravam, perto do campus. 

No dia da chacina, a polícia localizou um veículo Hyundai Elantra perto da cena do crime e acredita que ele foi usado pelo criminoso. A arma usada por ele ainda não foi encontrada O chefe da polícia pediu para quem tiver informações sobre o suspeito entrar em contato. Antes da prisão, o departamento havia recebido mais de 19 mil denúncias sobre o caso.

Parentes das vítimas criticam a polícia pela falta de informação. O Departamento de Polícia de Moscou, a Polícia Estadual de Idaho e o FBI trabalham juntos na investigação e dizem que só podem divulgar mais informações quando o suspeito for extraditado para Idaho. Na próxima terça-feira (3), Bryan Kohberger deve participar de uma audiência judicial, ainda na Pensilvânia. 

Cheryl Gonçalves, avó de uma das vítimas, Kaylee Gonçalves, disse ao jornal The New York Post que a família estava “aliviada”. “Queríamos que ele fosse pego e agora queremos justiça”, desabafou.

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