4-4-2

América: Cauan avalia novo esquema tático e vê ganho de repertório com formação

Técnico do Coelho escalou quatro meio-campistas na vitória contra a Ponte Preta, nesse domingo (9)

Por Leandro Colombo
Publicado em 10 de junho de 2024 | 13:37
 
 
 

A vitória do América contra a Ponte Preta nesse domingo (9), no Independência, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, significou para o Coelho assumir a liderança da competição, ao menos parcialmente.

Dentro das quatro linhas, porém, a partida marcou a utilização de um novo esquema tático do Coelho sob o comando do técnico Cauan de Almeida, com quatro meio-campistas. Antes, o treinador escalava o América numa espécie de 4-3-3.

Em entrevista coletiva concedida após a vitória desse domingo, Cauan avaliou a formação com Felipe Amaral, Juninho, Moisés e Benítez no centro de campo. O comandante afirmou que optou pelo novo esquema por causa das características da Ponte Preta, mas revelou que o ensaiava há mais tempo.

“A opção pelo esquema foi uma questão tática, também. A gente avaliou bastante a Ponte Preta, que é uma equipe que está encaixando com o [técnico] Nelsinho Baptista. Então, nos baseamos muito no jogo anterior deles. Entendemos que existia um espaço interessante para jogarmos com quatro jogadores no meio”, explicou.

“A estratégia funcionou bem. A gente já tem trabalhado essa variação há bastante tempo, na verdade. Estávamos esperando o tempo certo para utilizá-la, e a gente entendeu que esse jogo da Ponte, estrategicamente falando, encaixava bem, e aí a gente entendeu que era o momento”, completou.

Cauan de Almeida também afirmou que a formação inédita fez o Coelho ganhar repertório tático para a sequência da temporada. O treinador do Coelho, no entanto, ponderou que o esquema requer mais testes para ser melhor compreendido pelo elenco.

“Ganhamos repertório. Logicamente que a gente tem que detalhar bastante o modelo sobre o losango, porque ele requer uma dinâmica de coordenação um pouquinho diferente da anterior, que a gente tem trabalhado. Sempre deixei muito claro para o grupo que no momento oportuno a gente iria utilizar essa formação. Algumas perguntas de vocês [imprensa] iam nesse sentido, sobre quando eu iria utilizar o Benítez e Moisés juntos. O modelo já estava mais maduro para trabalharmos, e é uma variação importante para os próximos jogos”, finalizou.

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