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Tacada de mestre.

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Quando a estratégia é perfeita, a execução parece mágica.

A presença de Tifanny, na combalida festa de lançamento da Superliga, foi uma jogada perfeita articulada pelo marketing de Osasco.

E marketing é simplesmente o uso criativo da verdade.

Os dirigentes da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, despreparados, perplexos a cada movimento e visivelmente desconfortáveis vendo os todos os holofotes na direção contrária, acusaram o golpe.

Osasco deu aula e Tifanny roubou a cena.

Além da derrota fora de quadra e a goleada sofrida pelo fraco e inoperante marketing da entidade, a CBV teve que conviver com a revolta de 14 times, nos dois naipes, absolutamente ignorados no lançamento.

Isso sem contar com a necessidade de mudança no protocolo inicial, algo que apenas evidenciou a incapacidade profissional dos envolvidos.

Londrina, Goiás, Mackenzie, Brasília, Bauru, São José, Monte Carmelo, entre outros, se deslocaram à toa. E todos pagaram a despesa dos respectivos bolsos.

Os representantes, até onde o blog chegou, estavam indignados com a falta de respeito e consideração de Radamés Lattari e sua trupe.

Projetos tradicionais como Sesi e Barueri foram menosprezados.

Mas, como diz o ditado, cada Superliga tem a CBV que merece.

De resto, a mesma encheção de linguiça, babação de ovo aos parceiros e homenagens frias e de última hora, como se conquistar o sul-americano não fosse obrigação.

Osasco e Tifanny foram os grandes vencedores do evento.

E é só o começo...