Ampliação

Caixa aumenta valor de imóveis financiados pelo Minha Casa Minha Vida

Para as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, o valor máximo do imóvel a ser financiado passou de R$ 110 mil para R$ 145 mil; Minas está na lista

Sex, 08/03/19 - 20h58

As famílias de baixa renda de cidades de até 50 mil habitantes terão acesso a mais financiamentos do Minha Casa Minha Vida (MCMV). O banco aumentou o valor de imóveis financiados para as faixas 2 e 3 do programa habitacional. Paralelamente, a instituição elevou o valor do subsídio para a faixa 2 em cidades de até 20 mil habitantes.

O teto de imóveis para as faixas 2 e 3 do MCMV foi ampliado. Para as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, o valor máximo do imóvel a ser financiado passou de R$ 110 mil para R$ 145 mil no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo; de R$ 105 mil para R$ 140 mil no Sul, no Espírito Santo e em Minas Gerais; de R$ 105 mil para R$ 135 mil em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; e de R$ 100 mil para R$ 130 mil no Norte e no Nordeste.

Nas cidades com menos de 20 mil habitantes, o teto do financiamento passou de R$ 95 mil em todas as regiões para os mesmos valores (escalonados por regiões) dos municípios com até 50 mil moradores.

O banco também aumentou o valor do subsídio para financiamentos da faixa 2 em cidades de até 20 mil habitantes. O subsídio passou de R$ 10.545 para R$ 11,6 mil para os mutuários com renda familiar bruta de até R$ 1,8 mil.

Para as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, o valor do subsídio na faixa 2 não mudou, podendo chegar a R$ 29 mil, dependendo da região do imóvel. Os subsídios para a faixa 1,5 do Minha Casa Minha Vida também não sofreram alteração, com valor máximo de R$ 47,5 mil para famílias que ganhem até R$ 1,2 mil.

As novas regras foram publicadas hoje em instrução normativa do Ministério do Desenvolvimento Regional. Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que as novas condições permitirão ao banco consumir todo o orçamento disponível para este ano no financiamento de moradias para a população de baixa renda.

“Com essas novas condições, a Caixa está com capacidade plena para atender a demanda por moradia no mercado imobiliário e aplicar todo o orçamento disponível para 2019, promovendo o aquecimento da economia, gerando empregos e rendas, além de contribuir para a redução do déficit habitacional do país”, destacou o banco no comunicado.

(4) comentários

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Luiz Roberto de Oliveira Pereira 8:32 AM Mar 09, 2019
O programa poderia ser muito mais eficaz, se fosse realmente ajustado à demanda de cada região e cada cidade. Mas como o foco verdadeiro, embora oculto, é dar lucro para as construtoras e garantir votos para políticos, está cheio de distorções e falcatruas.
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Carlos henrique 6:49 AM Mar 09, 2019
Deveria retornar o programa de arrendamento habitacional. PAR foi o melhor programa de habitação que realmente dava condições dos mais pobres ter sua casa, porém os movimentos de sem casas não gostaram e fez pressão para acabar com este programa por não dá lucro para os líderes dos movimentos por causa que as inscrições era via Internet e as prefeituras fazia os sorteios e qualquer cidadão podia participar. Pela volta do programa PAR
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Esteves 9:48 PM Mar 08, 2019
#Lula Livre
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eduardo mello 9:15 PM Mar 08, 2019
IMpossivel ter sua casa propria com este plano louco! Nao tem tantas pra tanta gente.
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