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GASTOS

Vale a pena ter piscina em casa?

Se o morador assumir a manutenção, a resposta é sim

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‘Barato que sai caro’: piscina também exige produtos de qualidade
Se o morador assumir a manutenção, a resposta é sim
PUBLICADO EM 03/05/13 - 14h18

Diversos fatores podem influenciar o morador a escolher ter ou não uma piscina. No entanto, muita gente acaba se arrependendo – principalmente quando o tempo esfria, como agora. Elas também podem acabar abandonadas, ou promover muitos gastos. Para evitar esse arrependimento, vale fazer uma reflexão, levando em conta fatores como manutenção, gastos, uso e benefício proporcionado.

Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios e jurídico da Primar Administradora de Bens, comenta que ter uma piscina em casa, aumenta o valor da propriedade em cerca de 20% a 30% na hora da venda, e que o fator ‘piscina’ contribui para um fechamento de negócio em 80% dos casos.

Para ele não há desvantagens em ter uma piscina, desde que o morador tenha planejado os gastos. “Deve-se sempre levar em consideração o consumo de produtos para a limpeza da água e gastos com energia”, afirma. “Se a pessoa fizer a manutenção corretamente, vale a pena”.

Sempre é bom lembrar que quando se trata de piscinas, a frase “o barato pode sair caro” se aplica praticamente como uma luva. E isso não tem nada a ver com pagar menos pelo produto, e sim que a pessoa poderá ter problemas sérios se optar por materiais de qualidade duvidosa ou economizar nos complementos básicos.

Por exemplo, quem preferir montar uma piscina sem filtro vai pagar um pouco menos, mas gastará mais na limpeza ou purificação, além de desperdiçar água. Rejuntes malfeitos ou azulejos impróprios, que rachem ou quebrem, causam vazamentos e o conserto pode trazer muita dor de cabeça. 

Melhor opção varia a cada caso

A piscina de alvenaria, até pouco tempo, era a única opção, mas os avanços tecnológicos propiciaram a criação de alternativas mais baratas, como as de vinil ou fibra de vidro. Além do preço, cada uma delas tem seus prós e contras.

As de fibra de vidro são práticas, levam menos tempo de instalação e hoje podem ser feitas de acordo com o gosto do cliente, mas há limitações em relação ao tamanho.

As de vinil, como são montadas no local, independem de tamanho ou formato, oferecendo múltiplas possibilidades. Segundo seu sócio, Paulo Cezar Brito, elas já vêm até mesmo com faixas que imitam azulejos decorativos. A manutenção também é simples e rápida. No caso da de vinil, já existe uma cola especial que pode ser aplicada sob a água.

Já as de alvenaria e azulejo, dão liberdade para definir formato e tamanho, além da decoração. Mas eles alertam para o fato de esse tipo de piscina dar muito mais dor de cabeça no caso de vazamento.

Escolha varia de acordo com o perfil

Antes de desenvolver um projeto, também é ideal que se analise o perfil da família ou das pessoas que vão utilizá-la, bem como para que finalidade, explica a arquiteta Karen Bruder. Hoje em dia, lembra a profissional, muita gente quer piscina para se exercitar, então ela não pode ser muito pequena. Como as olímpicas são muito grandes, opta-se por meia olímpica, ou seja, 25 metros. A profundidade também não pode ser muito pequena nesse caso. “Se a opção é lazer e bem-estar, o mercado hoje oferece uma infinidade de variantes. As piscinas podem ter prainhas para quem quer pegar um bronzeado, hidromassagem e até uma parte para crianças, com profundidade menor”, exemplifica.

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