DESDOBRAMENTO

Assalto no BH Shopping: Polícia acredita que criminosos sejam de São Paulo

Segundo a Polícia Civil, ainda é precoce afirmar que grupo tenha envolvimento com facções de roubo de artigos de luxo

Por Alice Brito
Publicado em 10 de maio de 2022 | 17:18
 
 
 
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A Polícia Civil afirmou, em coletiva nesta terça-feira (10), que ainda desconhece o paradeiro dos assaltantes que roubaram joalheria do BH Shopping. No entanto, uma das principais linhas investigativas é a possibilidade dos criminosos serem de São Paulo.

O crime ocorreu no último sábado (7), pelo menos nove homens, armados alguns deles com blusas de time e todos de máscara de proteção contra a Covid-19, roubaram 13 relógios de alto luxo da marca Rolex e jóias. 

Os homens ainda fizeram o segurança do shopping refém e o abandonaram nas proximidades do centro de compras. Os envolvidos ainda não foram presos.

Ainda conforme a polícia, ainda é precoce afirmar sobre a possibilidade que esses assaltantes tenham envolvimento com facções especializadas em roubo de artigos de luxo no estado de São Paulo.

Entretanto, a polícia acredita que os homens estudaram o ambiente e sabiam o que estavam fazendo. Por isso, para entender a dinâmica do crime imagens das câmeras de segurança das últimas semanas do shopping ainda serão analisadas. As investigações ainda estão em andamento. 

"Todas as hipóteses ainda estão sendo investigadas, todos os levantamentos estão sendo feitos, porém, é inevitável a análise de que esses homens sabiam o que estavam fazendo, por isso, vamos avaliar as imagens das câmeras do shopping para saber o grau de premeditação do crime. É certo que eles escolheram uma data, a véspera do dia das mães, porque sabiam que o shopping estaria cheio, teria tumulto e desse modo a fuga seria facilitada", explicou o delegado Kleyverson Rezende, chefe do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais - Depatri. 

Testemunhas serão ouvidas

Ainda conforme o delegado, algumas testemunhas ainda serão ouvidas. Inclusive o segurança feito de refém pelos assaltantes. 

"Ele foi ouvido, mas ainda não foi intimado. Ainda vamos escutá-lo para saber mais informações", completou Kleyverson.

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