A Ambev, por meio do Bora, programa de inclusão produtiva da companhia, tem a ambição de impactar 5 milhões de pessoas até 2032. O projeto, que começou em 2022, visa proporcionar oportunidades de trabalho e formação para a população em situação de vulnerabilidade econômica e social. Até agora, a iniciativa já beneficiou mais de 500 mil pessoas e gerou cerca de R$ 620 milhões em renda indireta.
São mais de 40 projetos em parceria com empresas, organizações sociais e entes governamentais em todo o país. Segundo dados da consultoria especializada em medição de impacto Oppen Social, quem participa do programa, tem 24% a mais de chance de estar trabalhando do que quem não participa.
O gerente de Impacto Positivo da Ambev, Wallace Ribeiro, explica que o Bora segue uma estratégia de mudança focada em três pilares: conexão, formação/educação e mobilização financeira.
"Quando falamos sobre o Brasil, sobre a periferia e as pessoas que vivem nesses espaços, estamos falando de milhões de pessoas de realidades, raças e idades distintas. Essa variedade de projetos que oferecemos dentro do Bora permite que consigamos encaminhar a pessoa certa para a iniciativa certa de acordo com a realidade que ela está vivendo e, dessa forma, atendemos as pessoas da maneira mais personalizada possível", explica.
Para Wallace, a missão do Bora é criar o maior espaço de inclusão produtiva do mundo, em uma grande frente de cooperação. "Essa é uma iniciativa onde empresas e organizações sociais e internacionais conseguem acessar verba, informação, cooperação, estratégia e execução. O nosso foco não é ser diferente do restante do mercado. É ser grande e ajudar o máximo de pessoas possíveis", afirma.
De forma indireta, o Bora também impactou a realidade de Wallace. "Essa é uma oportunidade de passar para a frente tudo que aprendi e vivi até o momento. Sou um jovem de periferia, cresci em comunidade carente, filho de mãe solteira em vulnerabilidade. Para além de um trabalho, o Bora é uma responsabilidade muito grande, é também um presente que a Ambev me deu", reflete.
Vidas impactadas e transformadas
Quem conseguiu mudar a própria realidade por meio das formações oferecidas pelo Bora foi o consultor de vendas, Lenon Suzano, de São Paulo, que encontrou uma nova perspectiva após participar da primeira turma do projeto Bora Zé. Antes, ele trabalhava como motoboy e buscava outras perspectivas de carreira.
Durante uma corrida, em 2023, chegou uma mensagem no aplicativo sobre o programa, e ele decidiu se inscrever. “Como pai de família, meu sonho sempre foi ter estabilidade financeira e poder oferecer para minhas filhas o que não tive.” relata.
Após a formação, ele conseguiu um emprego em uma multinacional, com benefícios como plano de saúde e férias. “Hoje consigo estar em casa à noite, participar das comemorações da minha família, e a renda está bem próxima ao que eu tinha antes, às vezes até melhor. Isso é primordial para mim”, diz Lenon, que agora sonha em crescer ainda mais na carreira.
No Litoral Norte do Pernambuco, a história de superação é de Rosa Santos, que encontrou seu caminho no empreendedorismo por meio do projeto Bora Empreender Com Comida. Ela já atuava com gastronomia regional, mas não sabia que poderia ser empreendedora e, a partir do programa, transformou sua paixão em um negócio, focado em pães artesanais.
Com uma trajetória difícil, como a de muitos brasileiros, Rosa viveu a extrema pobreza na pele e foi por meio de uma amiga que ficou sabendo da iniciativa da Ambev. "Não sabia nem do que se tratava e como seria, mas me surpreendi desde o início. O formato virtual me permitiu participar, uma vez que, como mãe e autônoma, não tinha disponibilidade de estar presencial. Me esforcei, me destaquei e descobri que eu já empreendia, mas não sabia os termos técnicos nem direcionar meu potencial. Minha maior conquista, desde então, foi a abertura do meu próprio MEI", revela.
Aos olhos de Rosa, o Bora tem potencial para mudar o futuro de milhares de pessoas com as oportunidades que oferece. "Além da parte técnica, o programa tem como diferencial a humanização, tanto na forma de construção, quanto na execução.", afirma.
A participação no programa não apenas melhora a empregabilidade dos participantes, mas também pode impactar a dinâmica familiar e social. “O Bora pode mudar o futuro das pessoas com as oportunidades que oferece. Além da minha questão profissional, quando vejo que consigo oferecer aos meus filhos acesso à educação de qualidade, por exemplo, isso pra mim não tem preço”, conclui Rosa, ressaltando o impacto positivo que a inclusão produtiva pode ter na vida de muitos.
Poder da colaboração: Ambev aposta na inclusão produtiva para impactar 5 milhões de pessoas
Reação em cadeia
As iniciativas do Bora têm o potencial de gerar uma reação em cadeia, conforme Rosa menciona. “Quando aprendo, eu ensino. Se eu cresço, outras pessoas crescem, e é isso que eu quero para mim agora. Já dei aula de panificação em uma penitenciária para mulheres transexuais e esse é só o começo” afirma.
O programa tem sido especialmente relevante para mulheres, como Rosa, que busca promover a educação e a inclusão em sua comunidade. “As pessoas precisam de oportunidades, e o Bora representa isso. Esse projeto mudou a minha história e a realidade de muitas outras pessoas”, finaliza.
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