Daniel Ottoni
@dottoni
22/04/21
12h05

Além dos gramados

Curso de executivo abre cabeça de Lisca para o universo do 'clube-empresa'

Na academia, treinador teve América como exemplo do governança e compliance, sendo referência para passo adiante na sua gestão

Lisca mostra interesse por outras áreas além da parte tática do futebol — Foto: Mourão Panda - América
Daniel Ottoni | @dottoni
22/04/21 - 12h05

Ao mesmo tempo em que entrega muito ao América, fazendo o time conseguir importantes resultados em 2020, o técnico Lisca também tenta 'beber na fonte' do clube. 

Lisca acompanha de perto o trabalho da diretoria, que tem como um dos focos fazer a instituição se tornar um dos primeiros clubes-empresa do país. "Estou fazendo um curso de executivo, não que eu queira atuar nesta área, é mais por curiosidade e para entender como funciona essa área. O América é um dos exemplos apontados, está caminhando para um crescimento enorme a nível institucional e estrutural, somos um dos clube mais prontos para entrar no formato de clube-empresa", pontua.

"É muito legal conhecer a história do clube, sua organização e parte institucional. O América já tem muitas situações encaminhadas de governança e compliance, contato com investidores internacionais e estou muito feliz de participar deste projeto. Quem sabe não damos esse salto juntos?", comenta Lisca.

Um dos diferenciais da parceria entre Lisca e América é o trabalho de maior tempo, algo não muito comum de se ver no futebol brasileiro. O interesse de outros clubes, vez ou outra, aparece na imprensa, para mostrar que o treinador tem credibilidade também fora do Estado. 

"Agradeço muito ao Salum, que me deu essa oportunidade, de fazer um trabalho a médio a longo prazo, um objetivo meu, dele e do clube. É uma honra e um orgulho muito grande estar aqui. Ser cogitado por outros clubes é normal quando se tem sucesso e bons resultados. Fico feliz de ser lembrado, mas acho que é somente uma lembrança da parte deles. Estou muito bem aqui, foi muito difícil chegar onde estou. Estamos fazendo um bom planejamento, me sinto valorizado e respeitado. Só saio se for por uma proposta irrecusável, daquelas que não tem o que fazer. No momento, pretendo seguir aqui até o final do meu contrato, terminar esse vínculo de dois anos para sentarmos de novo e ver o que vai acontecer", completa. 
 

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