Estadão Conteúdo
27/09/21
15h53

Semifinal

Raphael Veiga, do Palmeiras, cita última Liberta como combustível contra o Galo

Elenco finalizou nesta segunda-feira (27), na Academia de Futebol, a sua preparação para o confronto decisivo desta terça

Raphael Veiga foi titular na primeira partida — Foto: Cesar Greco / Palmeiras
Estadão Conteúdo
27/09/21 - 15h53

As recordações dos jogos finais da campanha vitoriosa da última edição da Copa Libertadores podem servir, na avaliação de Raphael Veiga, como combustível para o Palmeiras avançar a mais uma decisão do torneio continental. O meia entende que as partidas contra River Plate e Santos têm de estar na memória dos jogadores para que o elenco entenda a importância da competição e faça uma boa apresentação no duelo de volta da semifinal diante do Atlético, nesta terça-feira (27), no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Na ida, em São Paulo, as equipes empataram sem gols.

"Estamos muito preparados, motivados. Estávamos conversando no vestiário sobre a sensação que é ganhar uma semifinal, conquistar uma Libertadores. Então temos de trazer à memória aquilo que nos dá esperança, os sentimentos que tivemos na final, depois do River Plate (na semifinal) no ano passado. Saímos motivados porque sabemos o que representa o jogo. Esperamos fazer um bom jogo e que o Palmeiras vença", ressaltou Raphael Veiga.

O Palmeiras chegou nove vezes à semifinal da Libertadores em toda a história: 1961, 1968, 1971, 1999, 2000, 2001, 2018 e 2020, além da atual temporada. Nas outras oito vezes em que esteve nesta fase, o time alviverde foi à final em cinco oportunidades: 1961 (vice), 1968 (vice), 1999 (campeão), 2000 (vice) e 2020 (campeão). Busca, portanto, estar presente em sua sexta decisão e conquistar o seu terceiro título continental.

Para isso, terá de superar um rival muito forte e a instabilidade atual. A equipe não tem feito boas exibições e vem de um revés por 2 a 1 para o Corinthians no dérbi disputado no último sábado. O resultado negativo no clássico, na opinião de Raphael Veiga, não vai influenciar na atuação contra o Atlético.

"Tem uma coisa que aprendemos aqui no Brasil. É mudar a chave, se adaptar ao próximo jogo rápido. Às vezes a gente ganha e nem comemora tanto, mas quando acontece algum resultado que não queríamos, não vamos ficar lamentando. A gente sabe que se vencermos vai apagar o que muitas pessoas falaram até aqui", opinou.

O elenco finalizou nesta segunda-feira (27), na Academia de Futebol, a sua preparação para o confronto. O técnico português Abel Ferreira comandou cerca de uma hora de atividades táticas. No treino, fez os ajustes e definiu a equipe que vai a campo no duelo decisivo.

O treinador passou orientações coletivas e individuais. Ao final dos trabalhos, os atletas treinaram cobranças de pênaltis e bolas paradas. Não há desfalques para a partida em Belo Horizonte. A tendência é de que o português repita a escalação que começou o jogo de ida com: Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Luan e Piquerez; Felipe Melo, Zé Rafael, Raphael Veiga e Dudu; Rony e Luiz Adriano. Danilo e Wesley despontam como possíveis novidades.

O Palmeiras avança à decisão pelo segundo ano consecutivo em caso de vitória ou qualquer empate com gols marcados. O clube defende no Mineirão o recorde de invencibilidade atuando como visitante na história da Libertadores com a sequência atual de 14 jogos - 10 vitórias e quatro empates.

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