Investigações

Ninguém foi preso pelo roubo à joalheria do BH Shopping após 50 dias

O mesmo ocorre com o assalto no ItaúPower Shopping, que completa 38 dias

Por Lucas Henrique Gomes
Publicado em 27 de junho de 2022 | 12:09
 
 
 
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O furto ocorrido na madrugada desta segunda-feira (27) a uma joalheria na Savassi, na região Centro-Sul, reacendeu o debate sobre os crimes cometidos contra esse tipo de comércio em Belo Horizonte e na região metropolitana. O roubo cometido contra a joalheria do BH Shopping completa 51 dias nesta segunda sem que ninguém tenha sido preso.

No dia 7 de maio, pelo menos nove homens assaltaram uma unidade da joalheria da Manoel Bernardes localizada no centro de compras da região Centro-Sul de Belo Horizonte. Foram levados treze relógios Rolex, com valores entre R$ 60 mil e R$ 300 mil, foram levados em uma ação rápida e coordenada, na véspera do Dia das Mães, quando o shopping estava lotado.

Um segurança foi feito refém e sete pessoas foram listadas como vítimas, entre seguranças e trabalhadores de lojas no centro comercial. Durante o assalto, clientes que estavam no restaurante em frente se jogaram no chão e se esconderam sob as mesas, apavorados. Outros correram para o andar de cima. Alguns formaram grupos que se esconderam dentro de outras lojas.

Essa investigação está a cargo da Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri). Segundo o departamento, há diligências para identificação do grupo. "A Polícia Civil de Minas Gerais esclarece que as demais etapas da investigação serão repassados, em momento oportuno, para não comprometer o andamento do feito", diz nota da corporação.

Roubo no ItaúPower Shopping

Duas semanas após o roubo no BH Shopping, a joalheria Confiança, no ItaúPower Shopping, em Contagem, também foi assaltada. Um homem se passou por cliente do local e anunciou o assalto. Ele levou diversas joias que estavam na vitrine e também expostas no interior da loja.

O suspeito fugiu do centro comercial em uma moto que o aguardava no lado de fora.

A Polícia Civil informou que este caso está a cargo da delegacia de crimes contra o patrimônio da cidade e não confirmou nenhum preso 38 dias após o crime.

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