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Gestão de controles: Equilibrando técnica e arte na liderança

Leia artigo de Klaus Rohrbach sobre aplicação de indicadores e papel dos líderes na gestão eficiente dos negócios

Por Klaus Rohrbach
Publicado em 29 de maio de 2024 | 06:49
 
 
 

No mundo dos negócios, a medição de performance é sempre essencial. O fluxo de caixa é o indicador-chave, pois determina a solvência, ou seja, a capacidade de pagar todas as obrigações e manter o negócio em funcionamento.

Existem outros indicadores específicos para diferentes disciplinas, como operações, vendas, suprimentos, logística, finanças, comunidades, RH, TI, entre outras. Esses são conhecidos como KPIs (Key Performance Indicators), ou em português, Indicadores-Chave de Performance.  

Controles e gestão 

À medida que um negócio cresce, sua estrutura se expande, amadurece e se torna mais complexa. Nesse contexto, surgem processos, são definidos indicadores para medir resultados e instituídos controles.  

Sem controles, não há como garantir a segurança dos trabalhadores, a satisfação dos clientes e a maximização do caixa. Existem diversas técnicas para mapear e desenhar controles, bem como identificar KPIs. Um exemplo é o PDCA (Plan-Do-Check-Act): planeje, execute, meça e atue para melhorar os controles, visando melhores resultados.  

A melhoria contínua passa por focar em ganhos de produtividade, automatizando processos de controle com ferramentas como RPA (Automação de Processos Robóticos) e dashboards de BI (Business Intelligence), que apresentam os KPIs de forma gráfica em tempo real. É relevante reforçar a importância da base: processos bem estruturados e controles que permitem uma leitura acurada dos resultados.  

Processos frágeis resultam em controles ineficazes, que podem estar distorcidos a ponto de levar a decisões equivocadas. Implementar um bom sistema de controles é um dom!  

Gestão dos controles 

Se não podemos medir os resultados de atividades e ações, não podemos gerenciá-las. Portanto, não existe gestão sem controles. No entanto, ter controles não significa necessariamente ter gestão.

Controle é técnica e gestão é arte! 

Os controles fornecem dados que suportam o negócio. Gerir o negócio vai além disso. O gestor, por meio da impessoalidade das métricas dos controles, busca melhorias contínuas, promove a disrupção e traz inovação.  

A gestão extrapola os dados e métricas dos controles, liderando pessoas e buscando oportunidades de incremento de produtividade. Isso inclui melhorar a eficiência dos processos, reduzir custos, expandir operações, desenvolver novos produtos e contribuir para o bem-estar da equipe, da companhia, dos clientes e, finalmente, da sociedade como um todo.  

(*) Klaus Rohrbach é membro do Open Mind Brazil e há mais de 30 anos atua em finanças em empresas, gerando valor para o negócio, através das pessoas. Para ver mais reflexões, crônicas, “cases” e “causos” sobre gestão e mundo corporativo acesse o LinkedIn de Klaus Rohrbach (linkedin.com/in/klaus-rohrbach 

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