O Atlético recebe o Flamengo neste domingo (10), às 16h, na Arena MRV, pelo jogo de volta da finalíssima da Copa do Brasil 2024. Por ter perdido o duelo no Maracanã, na semana passada, por 3 a 1, o Galo precisa vencer por dois gols de diferença para pelo menos levar a decisão para os pênaltis. Nesse sentido, O TEMPO Sports faz um comparativo entre os goleiros, Everson, do Alvinegro, e Rossi, do Rubro-Negro, que precisam parar os adversários para garantirem seus objetivos.

Carreira

Everson, aos 34 anos, defende o seu sexto clube na carreira. O paulista está no Galo desde a temporada 2020, clube no qual acumula 269 aparições. Diante do Flamengo, o arqueiro vai fazer seu jogo de número 571 em toda a carreira profissional.

Já o argentino Agustín Rossi, de 29 anos, tem o Flamengo como seu sétimo clube da carreira profissional. O jogador defende o Rubro-Negro desde a temporada passada e tem 71 jogos na meta do time carioca. Na carreira como um todo, iniciada em 2014, o arqueiro já fez 296 jogos.  

Na temporada 

Até o momento, Everson fez pelo Atlético 51 jogos na temporada 2024. Curiosamente, ele sofreu 51 gols. Na Copa do Brasil especificamente, a média de bolas na rede diminui de uma para 0,75 por jogo, já que são oito partidas disputadas e seis gols sofridos.

Do outro lado do duelo, Rossi entrou em campo 55 vezes pelo Flamengo nesta temporada, com 41 gols sofridos. Na Copa do Brasil, quando o Rubro-Negro ainda era comandado pelo técnico Tite, Rossi era reserva e atuava como titular somente em jogos do Brasileirão e da Copa Libertadores. Por isso, o gol do Atlético marcado no domingo passado, por Alan Kardec, é o único que o argentino sofreu na Copa do Brasil.

Pênaltis

Já numa eventual disputa de penalidades, é o torcedor do Flamengo que tem mais motivos para ficar esperançoso quanto ao seu goleiro. De 30 pênaltis cobrados contra ele, Rossi defendeu 12, o que corresponde a 40% de sucesso do arqueiro nas cobranças.

Já quanto ao goleiro do Atlético, são 47 penalidades cobradas contra ele e oito defesas. Everson tem, portanto, 19% de defesas em pênaltis.