Da Redação
@otempo
20/11/20
14h59

Brasileiro

Galo, Sampaoli e analista são denunciados pela Procuradoria ao STJD

Técnico do Atlético pode ser suspenso de um a seis jogos pela presença no Mineirão em partida com o Flamengo

Suspenso, Jorge Sampaoli acompanhou o jogo entre Atlético e Flamengo de um camarote do Mineirão — Foto: Reprodução/Twitter/Mineirão/Agência i7
Da Redação | @otempo
20/11/20 - 14h59

O Atlético, o treinador Jorge Sampaoli e o analista de desempenho Diogo Meschine Alves foram denunciados pela Procuradoria da Justiça Desportiva. A denúncia foi enviada à secretaria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o técnico argentino não poderia estar no Mineirão e trocar informações com o integrante da comissão técnica durante a goleada por 4 a 0 sobre o Flamengo, na abertura do returno do Campeonato Brasileiro, em 8 de novembro. Ele, porém, ficou em um camarote do estádio acompanhando a partida e teria feito uso do celular para se comunicar com Diogo Alves, que estava no banco de reservas. O processo deverá entrar em julgamento no início de dezembro.

O Galo foi denunciado no artigo 191, inciso III do Código Brasileiro de Justiça Desportiva por deixar de cumprir ou dificultar o cumprimento do Regulamento Geral da Competição 2020. O Atlético pode ser multado entre R$ 100 e R$ 100 mil. Sampaoli e Diogo Alves foram denunciados por infração ao artigo 258 por conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva. Ambos podem ser suspensos de uma a seis partidas.

"O fato é: Jorge Sampaoli estava no estádio passando orientações. A prova de vídeo é inegável. Portanto, restam duas hipóteses: (a) ele estava na delegação; ou (b) ele não estava inscrito na delegação. Caso a primeira se confirme, estará configurada uma ofensa gravíssima à estabilidade do regulamento geral de competições, visto que o clube não observou a regra de suspensão do seu comandante. Tal fato é grave porque quebra a paridade técnica ao permitir que o treinador influencie no resultado do jogo passando instruções quando deveria estar afastado do desempenho de suas funções. É uma interferência indevida e ilegal, ferindo de morte a paridade de armas e tornando inócuo todo o ordenamento de sanções disciplinares", observou a denúncia da Procuradoria.

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