Josias Pereira
@josiaspereira
30/07/21
23h40

De saída

Mozart Santos pede demissão do Cruzeiro

Clube está há nove jogos sem vencer e treinador pediu para sair após empate com Londrina

Mozart entende a necessidade de encontrar o melhor sistema de jogo para quer o Cruzeiro volte a vencer — Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro
Josias Pereira | @josiaspereira
30/07/21 - 23h40

Chegou ao fim a passagem de Mozart Santos no clube celeste. Na noite desta sexta-feira, sob seu comando, o time empatou com o Londrina por 2 a 2, no Mineirão, pela 15ª rodada, e chegou ao nono jogo seguido sem vitórias na Série B, a pior sequência desde o rebaixamento à segunda divisão, em 2019. De acodo com Rodrigo Pastana, diretor de futebol do Cruzeiro, o comandate pediu demissão.

"Infelizmente, as coisas não estão andando conforme a grandeza desse clube. Conversamos com o Mozart agora há pouco, e ele optou por um pedido de demissão para que possamos seguir por melhores caminhos", declarou. 

O jogo contra o Londrina foi o 13º de Mozart à frente da Raposa. Neste período, foram apenas duas vitórias, sete empates e quatro derrotas. Foram 14 gols sofridos e 18 contra. 

Depois do longevo trabalho de Mano Menezes, bicampeão da Copa do Brasil, Mozart foi o nono técnico que passou pela Raposa, o quarto na administração do atual presidente Sérgio Santos Rodrigues. Antes, o time teve Rogério Ceni, Abel Braga, Adilson Batista (os três primeiros na gestão do então presidente Wagner Pires de Sá), Enderson Moreira (conselho gestor), Ney Franco, Felipão e Felipe Conceição (Sérgio Santos Rodrigues)

A chegada de Mozart foi vista com muita desconfiança por parte do torcedor, que criticou de forma veemente a opção pelo treinador. Mozart havia sido demitido da Chapecoense, mas chegou a Belo Horizonte por intermédio de Rodrigo Pastana, diretor de futebol que trabalhou com o ex-jogador no CSA. 

Com Mozart no comando e Pastana, o Cruzeiro fez uma 'corrida maluca' no mercado antes de ser punido com o impedimento de registro de atletas pela Fifa. Foram oito jogadores contratados, dentre eles peças como os experientes Rhodolfo e Wellington Nem, que estavam sem clube. Sem conseguir emplacar uma série de triunfos, com o time na porta do Z-4 e a incapacidade de achar um time titular, promovendo várias mexidas seguidas, pesaram para o fim da passagem do treinador pela Toca da Raposa.

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