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Que a rotina do Brasil seja apenas ser feliz.

A seleção venceu, se classificou, mas repetiu contra a República Dominicana o mesmo perigoso roteiro aplicado contra a França.

Quem começa não segura, quem vem do banco resolve.

Mas até quando?

O que se viu em quadra no primeiro set diante da República Dominicana foi uma seleção tensa, pressionada, abusando dos erros e sentindo nitidamente a obrigação da vitória.

Macris e Kisy, titulares por opção da comissão, acabaram preteridas a partir do segundo set.

Roberta e Rosamaria entraram, mudaram o cenário da partida e foram decisivas na previsível virada do Brasil.

A inversão decolou.

Gabi assumiu a responsabilidade e a seleção se impôs com enorme facilidade nos 3 sets seguintes.

O Brasil, com o devido respeito que a República Dominicana merece, não fez mais do que obrigação.

Qualquer outro resultado que não fosse a classificação seria vergonhoso.

A questão é que a seleção chega nas quartas de final sem saber quem é a levantadora titular e quem é a dona da posição na saída.

Por enquanto, a inversão, seja lá com a dupla que for, tem resolvido no Mundial.

O filme, é bom que se diga, se arrasta desde a Olimpíada de Paris revelando fortes emoções.

Acontece que nem sempre, como na VNL desse ano, o final é  feliz.