Recuperado de um estiramento grau 3 na coxa esquerda que o tirou dos últimos oito jogos do América pelo Campeonato Brasileiro, Luan poderá ser uma espécie de curinga do técnico Adílson Batista para a sequência da Série A. Apesar de ser atacante de origem, o jogador também pode atuar pela lateral esquerda, função que desempenhou com sucesso, em algumas oportunidades, quando defendeu o Cruzeiro, em 2013 e 2014, e foi comandado pelo técnico Marcelo Oliveira.
Ponta esquerda, Luan recompõe bem a defesa, tem bom porte físico, velocidade para as ultrapassagens, bom cruzamento e finalização. Características que o técnico Adílson Batista poderá utilizar para armar sua equipe em uma variedade de funções, dependendo do andamento de uma partida.
“Minha expectativa é que o time possa se manter lá em cima na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e vencer os jogos. Estou à disposição para ajudar o professor Adílson Batista, entrando de início ou no decorrer das partidas. Tudo começou do zero para mim, então é trabalhar firme para conquistar o espaço novamente”, ressaltou Luan, que pelo alviverde fez 52 partidas e marcou nove gols.
Liberdade. Contra o Fluminense, no próximo domingo, Adílson Batista não vai poder contar com Giovanni, que, por pertencer ao clube carioca, está vetado de atuar. Naturalmente, Carlinhos deverá ser seu substituto. Mas, com o retorno de Luan, o treinador americano poderá ter no banco um opção a mais se precisar deixar o time mais ofensivo pelo lado esquerdo do campo.
Lembrando que Adílson Batista começou o jogo contra o Bahia, na rodada passada, com três zagueiros. Esse esquema tático americano acaba favorecendo a escalação de Luan pela esquerda, uma vez que ele teria menos a função de defender e poderia atuar mais solto apoiando o ataque.
Para o jogo com o Fluminense, além de Robinho e Giovanni, o América corre o risco de não poder contar com o meia Ruy. Ontem, na reapresentação do elenco, o jogador sentiu dores na região do nervo ciático e fez apenas trabalhos de fisioterapia.