Daniel Ottoni
@superfcoficial
23/08/19
08h00

Mesma geração

Rhendrick conta com suporte do também levantador Cachopa dentro da seleção

Levantador do Sada Cruzeiro terá missão de deixar companheiro de clube tranquilo na sua primeira convocação

Com apenas 20 anos, Rhendrick terá primeira experiência dentro da seleção adulta — Foto: Divulgação - Sada Cruzeiro
Daniel Ottoni | @superfcoficial
23/08/19 - 08h00

Apesar de serem da mesma geração, os levantadores Cachopa e Rhendrick, do Sada Cruzeiro, vivem momentos distintos dentro da seleção brasileira. Enquanto o primeiro, já soma algumas partidas como titular do time principal, o segundo parece que ainda assimila a convocação para amistosos contra a Argentina.

Nesta sexta e sábado, em Calafate (ARG), às 21h, o Brasil encara os hermanos se preparando para o Sul-Americano masculino (10 a 14 de setembro, no Chile) e Copa do Mundo (1º a 15 de outubro, no Japão). A seleção nacional, assim como os adversários, atuará com um time B e será comandada pelo técnico Juba. Os rivais voltam a se enfrentar nos dias 30 e 31 deste mês no ginásio do Taquaral, em Campinas (SP). 

A ficha de Rhendrick, que foi emprestado ao América Vôlei, ainda está caindo. "Fiquei muito surpreso, estava focado no clube, na Superliga. Fiquei muito feliz e vou mentir se disser que não tem um frio na barriga. Vou dividir quadra com Wallace, Bruninho, caras que sempre admirei vendo pela TV", comemora. Além dele, representarão o vôlei mineiro o central Pingo, do Sada Cruzeiro, e três jogadores do Fiat-Minas: o líbero Maique, o meio-de-rede Pinta e o oposto Roque. 

Na seleção, será inevitável que Rhendrick se apoie em Cachopa, um companheiro frequente nos últimos anos dentro e fora das quadras do CT do Barro Preto, onde o Sada Cruzeiro faz suas atividades diárias. "Vai ser bom ter ele por perto. Criamos uma amizade no Sada Cruzeiro, é um cara de caráter, muito trabalhador. Acho que ele vai me ajudar a ficar tranquilo, vou buscar aprender com os mais experientes, estarei sempre perguntando", garante.

Com 20 anos, Rhendrick acaba de voltar do Mundial sub-21, no Bahrein, quando o Brasil terminou com a medalha de bronze. "Pode ser que este bom resultado tenha ajudado, mas acho que todos os anos dentro da seleção também pesaram. Cresci muito desde então", observa. Depois de ser emprestado ao Lavras na última temporada, levando o time até as semifinais da Superliga, Rhendrick é o cotado para ser titular no América dentro da principal competição do país. Agora, com experiência dentro da seleção. 
 

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