transporte

Governo lança programa para atrair mais voos internacionais

A iniciativa da Embratur prevê o uso do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC)

Por Agências
Publicado em 20 de março de 2024 | 20:47
 
 
 
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou um programa para tentar atrair para o Brasil novos voos internacionais. A iniciativa da Embratur prevê o uso do FNAC (Fundo Nacional de Aviação Civil) para essas ações.

"O programa utilizará recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) porque contribui com as estratégias de Desenvolvimento da Aviação Civil, Eficiência e Sustentabilidade, estabelecidas na Política Nacional de Aviação (PNAC)", informou a empresa.

O chamado Pati será executado pela Embratur, em parceria com o Ministério do Turismo e o Ministério de Portos e Aeroportos. O lançamento acontece na manhã desta quarta-feira e foi antecipado pelo jornal O Globo.

A empresa afirma que a finalidade do programa será "ampliar a conectividade aérea internacional do Brasil e garantir uma melhor experiência do turista estrangeiro nos aeroportos brasileiros".

De acordo com a Embratur, o edital convidará companhias aéreas e aeroportos a lançarem novos voos internacionais com destino ao Brasil e apresentarem propostas de investimento em promoção destes novos voos, com ações como campanhas publicitárias no país de origem dos voos e realização de viagens promocionais com jornalistas, influenciadores digitais e operadores de turismo estrangeiros.

De acordo com o governo, a contrapartida da Embratur é financeira. Os recursos do FNAC vão custear parte das ações de promoção destas novas rotas aéreas. Serão R$ 40 a cada assento em novo voo que pouse no Brasil durante o período de 27 de outubro de 2024 a 29 de março de 2025. O edital terá um limite financeiro líquido de até R$ 3,3 milhões para a aplicação em projetos de aumento de voos e promoção do Brasil.

O primeiro edital de chamamento foi publicado nesta quarta-feira (20) no Diário Oficial da União. Ele é voltado para aeroportos e companhias aéreas.

O aporte de recursos para cada projeto estará limitado por um teto de R$ 800 mil.

(Renato Machado / Folhapress)

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