A palavra mais usada para se referir ao atual momento da seleção feminina foi 'renovação'. Sem contar com nomes como Fernanda Garay, Nathália e Camina Brait, o técnico José Roberto Guimarães chamou, entre as 20 convocadas, 13 menores de 25 anos. Dessas 13, 11 passaram pelo projeto do Barueri, sob o comando do próprio tricampeão olímpico.

Estrela da campanha da medalha de prata nos últimos Jogos Olímpicos, Carol Gattaz não esteve com o grupo, mas assistiu de longe. E gostou do que viu.

Na Liga das Nações, a central do Gerdau Minas fez parte do time de comentaristas do Sportv e, em entrevista ao TEM Notícia, telejornal de São José do Rio Preto, sua cidade natal, falou sobre a renovação e o futuro da seleção brasileira de vôlei.

"Foi uma surpresa muito boa. Essas jogadoras, algumas até já jogam Superliga, mas nunca tinham jogado em nível internacional. Por mais que metade do time titular já tivessem jogado e até ido para a Olimpíada, a maioria delas não. Foram surpresas muito boas, elas passaram por dificuldades que nunca tinham passado e com muita personalidade. É uma alegria muito grande ver essa renovação para o futuro do voleibol. A gente depende da seleção para o volei continuar em alta. Para mim foi uma alegria muito grande", analisou a capitã do clube minastenista.

Sem sinais de desacelerar, Gattaz já está renovada para mais uma temporada no Minas, e afirma que ainda tem muito voleibol pela frente. Ainda de férias, a central se reapresenta ao clube mineiro no dia 1 de agosto, em preparação ao primeiro desafio da temporada: o Campeonato Mineiro