A Liga das Nações de Vôlei passou a existir no formato atual em 2018, substituindo o antigo Grand Prix no feminino e a Liga Mundial no masculino. Hoje, é um dos campeonatos internacionais mais importantes no calendário do esporte, reunindo 32 das principais seleções do mundo.
Com a eliminação precoce do Brasil nas quartas de final nesta quarta-feira (20), a garantia é de que o torneio terá dois campeões inéditos, tanto no naipe feminino, com a vitória da Itália no último final de semana, quanto no masculino, que ainda aguarda definição de finalistas.
No feminino, a seleção dos Estados Unidos dominou a competição desde sua primeira edição, vencendo todas as três anteriores. Em 2018, venceu a Turquia, e nas duas próximas edições, quem ficou com a medalha de prata foi o Brasil. Em 2020, não houve VNL em decorrência da pandemia.
Nesta edição, as americanas caíram nas quartas de final, sendo superadas pela Sérvia. Na decisão, a Itália venceu o Brasil e ficou com o título inédito, enquanto as brasileiras amargaram a terceira prata consecutiva.
No masculino, a Rússia venceu as duas primeiras edições e o Brasil, atual campeão, subiu no lugar mais alto do pódio em 2021, em Rimini, na Itália. A Rússia, ainda sofrendo sanções em decorrência da guerra contra a Ucrânia, foi proibida pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) de participar nesta edição, e o Brasil ficou pelo caminho.
Com Itália - que venceu a Holanda ainda nesta quarta -, Japão, Estados Unidos, Polônia, França e Irã ainda na disputa, a única certeza é que, no torneio masculino, surgirá mais um campeão inédito da VNL.
As outras duas partidas das quartas de final serão nesta quinta (21), quando a França encara o Japão às 13h e a Polônia enfrenta o Irã às 16h.